Malazan Book of the Fallen #10 | The Crippled God (O Deus Aleijado) – Steven Erikson | Resenha, Citações, Mapas, Ilustrações | NITROLEITURAS – Guia Tio Nitro da Saga Malazan #resenha #releitura #malazan

O LIVRO FINAL de uma das melhores sagas de fantasia brutal, sombria e ÉPICA de todos os tempos e de um dos mais épicos finais de toda a literatura de fantasia contemporânea!

Esse é o 10º post do meu projeto GUIA TIO NITRO DA SAGA MALAZAN, uma RELEITURA de todos os livros da saga Malazan – Book of the Fallen, com minhas novas resenhas para divulgar mais a saga no Brasil, visto que acho difícil que todos os livros sejam publicados.

Além dos livros da série Malazan – Book of the Fallen do Steven Erikson, irei ler e fazer o mesmo com os seis livros do Ian Esslemont, a série Malazan Empire. Com isso, espero ampliar mais o conhecimento dessa fantástica série de Fantasia Épica Sombria e Brutal no Brasil!


GUIA TIO NITRO DA SAGA MALAZAN 

Malazan Book of the Fallen #1 | Gardens of the Moon (Os Jardins da Lua) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #2 | Deadhouse Gates (Os Portais da Casa dos Mortos) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #3 | Memories of Ice (Memórias do Gelo) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #4 | House of Chains (A Casa das Correntes) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #5 | Midnight Tires (Marés da Meia-Noite) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #6 | The Bonehunters (Os Caçadores de Ossos) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #7 | Reaper’s Gale (A Ventania Ceifadora) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #8 | Toll the Hounds (Pague os Cães) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #9 | Dust of Dreams  (O Pó dos Sonhos) –  Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #10 | The Crippled God  (O Deus Aleijado) –  Steven Erikson


Malazan Book of the Fallen #10 | The Crippled God (O Deus Aleijado) – Steven Erikson | 1280 pgs Bantam Books (2012) | Lido de 11.02.21 á 14.03.21| Guia TIO NITRO da Saga Malazan | NITRORELEITURAS #resenha #releitura #malazan

SINOPSE

Assaltados pelo K’Chain Nah’ruk, os Caçadores de Ossos marcham para Kolanse, onde aguarda um destino desconhecido. Atormentado por perguntas, o exército cambaleia à beira do motim, mas o adjunto Tavore não cede.

Resta um ato final, se estiver em seu poder, se ela conseguir manter seu exército unido, se as alianças instáveis ​​que ela forjou puderem sobreviver a tudo o que está por vir. Uma mulher sem dons mágicos, considerada simples, pouco atraente, nada exibindo para incutir lealdade ou confiança, Tavore Paran da Casa Paran significa desafiar os deuses – se suas próprias tropas não a matarem primeiro.

Aguardando Tavore e seus aliados estão o Assalto Forkrul, os árbitros finais da humanidade. Recorrendo a um poder estranho, terrível em sua magnitude, eles procuram limpar o mundo, aniquilar todos os humanos, todas as civilizações, para começar de novo.

Eles dão as boas-vindas à conflagração vindoura da matança, pois será de sua própria concepção, e lhes agrada saber que, no meio dos inimigos se reunindo contra eles, haverá traição. No reino de Kurald Galain, lar da cidade perdida de Kharkanas, uma massa de refugiados está na Primeira Costa.

Comandados por Yedan Derryg, o Vigia, eles aguardam a quebra de Lightfall e a chegada do Tiste Liosan. Esta é uma guerra que eles não podem vencer e morrerão em nome de uma cidade vazia e de uma rainha sem súditos.

Em outro lugar, os três Deuses Anciões, Kilmandaros, Errastas e Sechul Lath, trabalham para quebrar as correntes que prendem Korabas, o Dragão Otataral, e libertá-la de sua prisão eterna.

Uma vez libertada, ela será uma força de devastação absoluta, e nenhum mortal pode resistir contra ela. Nos portões de Starvald Demelain, a Casa Azath que fecha o portal está morrendo.

Logo virá os Eleints e, mais uma vez, haverá dragões no mundo. E assim, em uma terra distante e sob céus indiferentes, o capítulo cataclísmico final no extraordinário ‘Malazan Book of the Fallen’ começa.


RESENHA

E termino essa minha releitura com esse livro maravilhodo, o THE CRIPPLED GOD, minha segunda jornada pelo mundo de Malazan, pelo menos por agora, se encerra. E que jornada! Dez volumes, dez livros imensos, cada um com quase mil páginas, uma infinidade de narrativas, elocubrações filosóficas, momentos impressionantes de explodir o cérebro, tramas complexas e cheias de reviravoltas, e narrada pelo ponto de vista de mais de quinhentos personagens!

E tudo com um final mega-apocalíptico doidimais! Sem querer dar spoiler mas vou deixar apenas três palavras: “chuva de dragões” véééio! Doidimais!

Malazan, The Book of the Fallen é uma saga impressionante.Stephen Erikson é um monstro de escritor, um escritor a moda antiga, daqueles que se isolam de tudo e escrevem sem parar, criando seus mundos com um projeto filosófico por trás. A minha sorte foi que Erikson escolheu a forma e a estrutura da literatura de fantasia para criar sua obra, que, ao meu ver, não deixa nada a desejar às obras da chamada “alta literatura”.

Com uma visão completa de toda a obra, do alto da leitura dos dez volumes, percebo uma repetição de temas constante em toda a saga Malazan. Mesmo tratando de um mundo de fantasia distante e complexo, mesmo tratando de raças diversas, criaturas imortais, deuses, seres com centenas de milhares de anos, Malazan aborda todos os aspectos da condição humana. Nada fica de fora, o egoísmo, a angústia existencial, o papel do amor e das ambições, o sofrimento e a agonia da solidão, a terrível ligação entre guerra e civilização, a corrupção quase que necessária da humanidade à medida que se afasta das suas origens selvagens, etc.

Ou seja, os Caídos “os Fallen” do título “Malazan: The Book of the Fallen” é a própria humanidade, em sua incontável e infinita variedade de experiências humanas, as infinitas maneiras de se viver a vida.

Em uma resolução que diria pós-moderna ou pós-estruturalista, Erikson sustenta a idéia de que cada vida humana, cada experiência de consciência é uma forma de criação pessoal de significado em cima de uma realidade que, em sua última instância, não está lá, não possui nenhum tipo de essência palpável, nenhuma verdade intrísica além da sua vacuidade. O olhar cria a realidade, o olhar projeta o que é a realidade dentro do breve instante da existência desse olhar.

O único acesso que os personagens da saga Malazan possuem da verdade são interpretações, projeções pessoais do que realmente aconteceu. Esse modo desconcertante de abordar uma narrativa, como algo passível de mudança de acordo com o ponto de vista, sem nenhuma forma concreta de se basear uma interpretação, é um elemento que Erikson trouxe da alta literatura (principalmente a dita pós-moderna)para o gênero da fantasia.

O volume final não fechou todas as narrativas paralelas, nem resolveu todos os mistérios colocados nos dez livros, mas, pelo menos ao meu ver, deu resolução emocional para a saga. E essa é mais uma lição de Erikson, resolução emocional é muito mais importante do que qualquer outra coisa, a experiência de se estar vivo é emocional, o que sentimos em relação a nossa vida é a fonte do significado dessa vida, muito mais do que qualquer racionalização.

7 COISAS QUE APRENDI LENDO A SAGA MALAZAN!

1)Usando a Emoção para dar Realismo Psicológico na Fantasia

Fantasia é ilimitada, e deve sempre forçar a imaginação dos leitores. Erikson expande as expectativas dos leitores do gênero, criando personagens interessantes dentro de parâmetros impossíveis mas mantendo um realismo psicológico profundo e complexo. O segredo, ao meu ver, é sempre criar ligações emocionais entre as experiências desses personagens impossíveis com a existência humana. Erikson usa das emoções como ferramenta humanizante de seus personagens, sejam eles um reles mendigo de rua ou um deus com milhões de anos nas

2) Personagens tem que mudar de acordo com os acontecimentos.

Os personagens de Malazan mudam radicalmente durante as narrativas. Seus arcos dramáticos são radicais, e os eventos em que participam deixam marcas, cicatrizes, alteram sua visão de mundo, os fazem ver algo antigo com novos olhos, ou ver algo novo com olhos antigos, etc. A lição aqui, ao meu ver, é que personagens tem que ser dinâmicos, tem que mudar, errar, questionar, sentir culpa e tentar a redenção ou se jogar em uma rota de auto-destruição, etc.

3) Conhecimento antropológico e arqueológico como fonte de criatividade e realismo para a literatura de Fantasia.

Steven Erikson tem formação acadêmica em antropologia e arqueologia. Antes dele se tornar um escritor, ele chegou até a trabalhar como arqueólogo. Esse conhecimento mais técnico sobre o passado da humanidade, sobre como se deu a evolução da civilização humana, se reflete na saga Malazan pelo realismo na construção e descrição do comportamento das diversas culturas, especialmente as culturas ditas “bárbaras”. O segredo do Steven é criar paralelo, entre a formação e evolução das culturas primitivas do nosso mundo com as tribos que habitam o mundo de Malazan.

Malazan é totalmente fictício, não existe uma relação direta entre as culturas descritas nos livros com as culturas do passado do nosso mundo, mas a estrutura da evolução dos povos em Malazan segue claramente, e dentro das peculiaridades das raças descritas, a estrutura e evolução dos povos primitivos da nossa história. E mesmo em sua descrição de raças não-humanas, como um povo réptil, a organização e a evolução dessas culturas respondem as pressões ambientais e biológicas enfrentadas pelos povos primitivos da nossa história.

A importância do passado, da história na conformação dos diversos povos da saga também reflete um conhecimento profundo em arqueologia. Cidades, regiões, tribos, deuses, tudo na saga Malazan está imerso em história, em significação.

E ao mesmo tempo, em bom estilo pós-moderno, essa mesma história é questionada e muitas vezes revelada como uma ilusão, como uma narrativa criada pelos vencedores dos conflitos passados.

4) Conflitos baseados em Visões de Mundo Diferentes.

Como parte do pacote pós-moderno da saga Malazan está a definição dos conflitos da saga como choques entre visões de mundos diferentes. Não existem vilões nem mocinhos, mesmo que, dentro do ponto de vista dos personagens, existam vilões e mocinhos. Erikson narra sempre todos os lados de um conflito, colocando o ponto de vista de diversos personagens envolvidos, seja os que tradicionalmente seriam considerados heróis, seja dos que tradicionalmente seriam considerados vilões, e, o mais interessante, revelando os pontos de vistas daqueles que, sem fazer parte de nenhum dos lados, acabam sendo afetados pelo conflito.

Nesse ponto, o universo de Malazan se parece muito com o nosso complexo mundo contemporâneo. Todos os pontos de vistas são relativizados, são jogados uns contra os outros e, é parte do trabalho do leitor, decidir por contra própria onde está a moralidade na narrativa, decidir por contra própria o que é o “certo” e o “errado”. Esse é um dos pontos que mais me fascinou na saga, não existe resposta fácil a essa questão.

5) O ritmo do texto, o sons das palavras criam ressonância e reforçam o tema.

A escrita de Steven Erikson é um show a parte, no meu ponto de vista. Ele usa o sons das palavras, o modo como os parágrafos se organizam, os temas abordados no começo e no fim de suas cenas como uma forma de conseguir ressonância. Eu diria que Erikson escreve com a sensibilidade de um poeta, o que reforça seu foco na emoção dos seus personagens. Esse cuidado com a forma, com a estrutura do texto o diferencia de muitos outros escritores atuais. É um cuidado que muitos podem considerar até meio fora de moda (apesar da prosa de Erikson ser bem enxuta, nada de floreios exagerados), mas eu curti demais. Gosto muito quando noto que um escritor tem um cuidado especial, não só com a história a ser narrada, mas com o modo e a forma que a história está sendo narrada.

6) Ocultar informações é mais importante do que revelar informações.

Apesar de achar que Erikson exagera as vezes, ler a saga me ensinou a importância do mistério na narrativa de Fantasia, de revelar o mínimo necessário para seguir a trama e deixar que o mistério dos acontecimentos envolva (e enlouqueça) o seu leitor. Um dos efeitos dessa técnica narrativa é a imersão cada vez maior do leitor, pois o desejo de descobrir o que se trata os mistérios insinuados pela narrativa vicia, faz com que se leia compulsivamente. É claro que isso exige mais esforço do leitor e pode espantar uma parte do público, mas Steven Erikson demonstrou várias vezes que não se importa muito com isso. Seus livros selecionam seus leitores, e o que eu posso dizer, depois de ler o último volume, é que uma grande parte, ou melhor, as partes essenciais da saga são reveladas claramente no final. Assim, se você for começar a ler e não estiver entendendo nada,continue lendo que no final tudo será explicado.

Sim, para ler Malazan é preciso ter fé no santo Steven!

7) O Problema da Complexidade Narrativa

A complexidade narrativa, a escolha de Erikson de narrar uma história por meio do ponto de vista de mais de 500 personagens, pode ser um obstáculo para muitos leitores. É uma pena, porque as diversas micronarrativas contidas dentro da saga são fantásticas. Mas a quantidade imensa de personagens e micronarrativas acaba diluíndo o impacto emocional. Sei que a idéia principal de Erikson foi criar um mundo ficcional tão complexo e diversificado como o nosso mundo contemporâneo, mas essa complexidade evita que Malazan seja mais acessível a grande parte dos leitores.

Fica a recomendação, a saga Malazan é algo impressionante e seu último volume fez juz ao tamanho de sua história. Devo continuar a releitura dos livros escritos pelo Ian Cameron Esslemont (o co-criador do universo Malazan), 5 romances dentro do universo de Malazan e as novas duas trilogias do Erikson, que contarão parte do passado do cenário. Porque? Porque não consigo mais viver sem Malazan! :)

Sim, Malazan é doidimais! :)

RECOMENDADÍSSIMO!


MAPAS DA SAGA MALAZAN

Fonte: Malazan WIKIA – https://malazan.fandom.com/wiki/Maps_in_the_Malazan_Books

Os livros ambientados no mundo Malazan são acompanhados por muitos mapas. Alguns desses mapas têm várias versões diferentes.


 

CITAÇÕES DE “THE CRIPPLED GOD”

“E agora a página diante de nós desfoca.
Uma era acabou. O livro deve ser fechado.
Estamos abandonados à história.
Erga mais uma vez o estandarte esfarrapado
Dos Caídos. Veja através da fumaça flutuante
Para as manchas escuras no tecido.
Este é o sangue de nossas vidas, este é o
pagamento de nossas ações, tudo logo será
esquecido.
Nunca fomos o que as pessoas poderiam ser.
Nós éramos apenas o que éramos.

Lembre-se de nós. ”

“Você está diante de um deus! Fale sua eloqüência para toda a posteridade. Seja Profundo! “
” Profundo … huh. “O temperamento ficou em silêncio por um longo momento, estudando os paralelepípedos da entrada do beco. E então ele ergueu a cabeça com elmo para Shadowthrone e disse:” Vá se foder. “

“Ele não era um homem modesto. Pensando em suicídio, ele convocou um dragão. ‘
Loucura de Gothos ”

“Escreva o seguinte:” Carta privada, do Tenente Mestre-Sargento de Campo Intendente Pores, para Fist Gentilmente. Calorosas saudações e parabéns por sua promoção, senhor. Como se pode observar por seu avanço e, na verdade, meu, creme de leite, etc. . Por mais que eu tenha o maior prazer em me corresponder com você, discutir todos os tipos de assuntos em todos os idiomas possíveis, infelizmente, este assunto é um tanto mais oficial por natureza. Em suma, estamos enfrentando uma crise da mais alta ordem. , Eu humildemente busco seu conselho e sugiro que marcemos um encontro mais privado o mais rápido possível. Atenciosamente, Pores. ” Entendeu, Himble?
– Sim, senhor.
– Por favor, leia de volta para mim.
” Por favor, encontrar em segredo quando? ‘
‘ Excelente,

“Alguém tossiu por perto, de algum amontoado de pedras, e então falou. – Então, por quem estamos lutando de novo?
O Fiddler não conseguiu identificar a voz.
Nem aquele que respondeu: ‘Todos’.
Uma longa pausa e, em seguida, ‘Não é à toa que estamos perdendo’.

“Cortejar é a arte de crescer como um molde naquele que você deseja.”

“Karsa se abaixou, pegou a figura esquelética em seus braços e depois se acomodou. “Passei por cima de cadáveres no caminho para cá”, disse o Toblakai. ‘Pessoas com quem ninguém se importava, morrendo sozinha. Na minha aldeia bárbara isso nunca aconteceria, mas aqui nesta cidade, esta joia civilizada, acontece o tempo todo. (…) Qual é o seu nome?’
“Munug.”
‘Munug. Esta noite – antes de ter que me levantar e entrar no templo – sou uma aldeia. E você está aqui, em meus braços. Você não vai morrer sem cuidados. ‘
‘Você – você faria isso por mim? Um estranho?’
‘Na minha aldeia ninguém é estranho – e é para isso que a civilização deu as costas. Um dia, Munug, farei um mundo de aldeias e a era das cidades acabará. E a escravidão estará morta e não haverá correntes – diga ao seu deus. Hoje à noite, eu sou seu cavaleiro. ‘
O tremor de Munug estava diminuindo. O velho sorriu. ‘Ele sabe.’
Não era demais pegar nos braços uma figura frágil para aqueles últimos momentos da vida. Melhor do que um berço, ou mesmo uma cama em um quarto cheio de entes queridos. Melhor também do que uma rua vazia na chuva fria. Morrer nos braços de alguém – poderia haver algo mais indulgente?
Cada bárbaro selvagem do mundo sabia a verdade disso. ”

“Não basta desejar um mundo melhor para as crianças. Não basta protegê-los com facilidade e conforto. Lostara Yil, se não sacrificarmos nossa própria comodidade, nosso próprio conforto, para tornar o mundo do futuro melhor, então amaldiçoamos nossos próprios filhos. Deixamos para eles uma miséria que eles não merecem; nós os deixamos uma série de lições não aprendidas. ”

“Os deuses têm nos chutado há muito tempo. Quando dizemos o suficiente? ‘
– E na ausência deles, Alto Punho, vamos administrar as coisas melhor?
‘Não’, disse Paran, passando por ele ‘, mas pelo menos não teremos a opção de culpar outra pessoa.

“Morte. Agora, essa era uma noção interessante. Um com o qual, talvez, ele deveria estar mais familiarizado do que qualquer outro ser, mas a verdade é que ele não sabia nada sobre isso. O Jaghut foi à guerra contra a morte. Muitos enfrentaram essa noção com descrença ou confusão. Eles não conseguiam entender.
Quem é o inimigo? O inimigo está se rendendo. Onde fica o campo de batalha? No coração do desespero. Como a vitória é conquistada? Está ao seu alcance. Tudo que você precisa fazer é escolher reconhecê-lo. Caso contrário, você sempre pode trapacear. Foi o que eu fiz. Como derrotei a morte? Tomando seu trono. ”

“Naquele Livro dos Caídos de Malazan, os historiadores escreverão sobre nosso sofrimento e falarão dele como o sofrimento daqueles que serviram ao Deus Aleijado. Como algo … adequado. E por nosso aparente fanatismo, eles vão descartar tudo o que fomos e pensar apenas no que conquistamos. Ou não conseguiu.
E, ao fazer isso, eles perderão a porra do ponto principal. ”

“Compaixão. AME. Não foi a civilização que gerou esses dons gentis – embora seus seguidores possam alegar o contrário. Nem era a civilização o jardim mais doce para florescerem – embora aqueles que estão presos dentro dela possam imaginar que sim. Não, pelo que [Karsa] podia ver, a civilização era um mecanismo de louco que, apesar de todas as suas boas intenções, acabou enredando os presentes gentis, sufocando-os, deixando-os vagar em labirintos apenas para morrer sozinhos e no escuro.

“Pois estamos todos presos a histórias e, à medida que os anos se acumulam, eles se transformam em pedra, camada sobre camada, construindo nossas vidas”.

“Morte? Desde quando a morte é um fracasso? ”

“Se tudo o que buscamos é uma fuga, o que isso diz sobre o mundo em que vivemos. Estamos desesperados com nossos sonhos. O que – oh, o que – isso quer dizer? “

“A saudade era como uma doença, que se infiltrava e roubava a cor do mundo e da época em que você vivia. Feita para pessoas amargas. Pessoas perigosas, quando queriam de volta o que nunca existiu. ”

“Nem mesmo os mortos sabem o fim da guerra.
-Iskar Jarak ”

“Este é o jogo do Quick Ben, ó Ancião. Os ossos estão em suas mãos suadas e já há algum tempo. Agora, se em sua mesa você encontrar o Verme do Outono, e o uma vez Senhor da Morte, e Trono das Sombras e Cotilhão, sem mencionar os jogadores anteriores Anomander Rake e Dessembrae, e quem sabe quem mais, bem – você realmente acreditou alguns milhares de malditos Nah’ruk poderiam derrubá-lo? O problema com o jogo de Adaephon Delat é o seguinte: ele trapaceia. ”

“Todos nós devemos viver uma vida de hobbies. Fazer apenas o que nos dá prazer, apenas o que nos recompensa de forma secreta e privada. ”

“Por que eu odeio aranhas? Deuses, quem não gosta? Que pergunta estúpida. ”

“Marchamos por meio mundo. Nós perseguimos um Redemoinho. Saímos de uma cidade em chamas. Fomos contra os nossos na cidade de Malaz. Derrubamos o Império Letherii, impedimos os Nah’ruk. Atravessamos um deserto que não podia ser cruzado.
Agora eu sei como os Bridgeburners devem ter se sentido, quando o último deles foi derrubado, esmagado sob os pés. Toda aquela história, desaparecendo, mergulhando em vermelho na terra.
De volta a casa – no Império – já estamos perdidos. Apenas mais um exército eliminou os livros-razão. E é assim que as coisas passam, como as coisas simplesmente vão embora. Nós fomos e marchamos para fora do limite do mundo.
Eu não quero dizer adeus. ”

“Você deveria ter visto nossas últimas arquibancadas. Eles eram alguma coisa.
Eles eram alguma coisa.
Escuridão e depois brilho – brilho como um dia de verão sem fim. Ele foi lá, sem um único olhar para trás. ”

“Contra um coração partido, até o absurdo vacila.
Porque as palavras desaparecem.
Um diálogo de silêncio.
Isso ensurdece. ”

“Foi Kellanved – tudo isso. Ele e o dançarino. Eles usaram o Tavore Paran desde o início. Eles usaram todos nós, Hedge.
– É isso que os deuses fazem, sim. Então você não gostou? Tudo bem, mas me escute. Às vezes, o que eles querem – o que eles precisam que façamos – às vezes está tudo bem. Quer dizer, é a coisa certa a fazer. Às vezes, isso nos torna pessoas melhores. ‘
– Você realmente acredita nisso?
‘E quando somos pessoas melhores, fazemos deuses melhores.’
Fiddler desviou o olhar. – Não há esperança, então. Podemos encher um deus com todas as virtudes que temos, mesmo assim não vai nos tornar melhores, vai? Porque não somos bons com virtudes, Hedge. ‘
– Na maioria das vezes, sim, não somos. Mas talvez então, na pior das hipóteses, possamos olhar para cima, poderemos ver aquele deus que fizemos do melhor em nós. Nem cruel, nem vingativo, nem arrogante ou rancoroso. Não egoísta, não ganancioso. Apenas com os olhos claros, sem tempo para todo o nosso lixo. O tipo de deus que nos dá um tapa na cara por sermos tão merdas. ”

“Eles se consideram mestres em trapacear. Mas então, acho que esta será a primeira vez que eles se sentarão a uma mesa com humanos mortais de frente para eles. Trapaceando? Quando se trata disso, os Elder Gods são como crianças comparados aos humanos. Desde o meu retorno, pelo menos isso eu aprendi. ”

“Isso é tudo que a fé é, você sabe. Piedade por nossas almas. ”

“Havia um velho ditado entre os Perecidos que uma sala cheia de mulheres era a visão do paraíso de um vendedor de facas. ‘Haverá traição.’ Oh sim, de fato. Traição. ”

“Controle-se. Seja ordenado. Não exploda nenhum de nós. Eu estou entendido? ‘
Um aceno rápido. – Sim, senhor. Deus o abençoe, senhor.
Assustado, a voz de Paran tornou-se mais aguda: – Abençoe-me?
E da multidão de sapadores veio um coro murmurado, ecoando a bênção do cabo. Paran recuou, lutou por um momento para recuperar a compostura e depois ergueu a voz. ‘Não há necessidade de pressa – há muito para todos. ”

“Mas Hood ainda não terminou com ela. Ele a ergueu novamente, girou e mais uma vez a martelou na pedra. – Já tive – rugiu o Jaghut, e ela voou de novo, e para baixo mais uma vez, “chega” – com um soluço, o corpo esmagado e quebrado foi arrancado do chão novamente – “de- ‘sua- justiça! ”

“Então você não é tão bom quanto pensa que é. Que choque. Olhe para suas roupas e armadura – você está feito em pedaços, ó poderoso assassino. “


RESUMO DA TRAMA DE THE CRIPPLED GOD

Livro Um: “Ele era um soldado”

Capítulo 1

Calm , uma Forkrul Assail Pure , caminha pelos Wastelands do continente de Lether , arrastando correntes feitas com os ossos de seus ancestrais. Ela chega ao corpo inconsciente de Icarium e usa as correntes para prendê-lo e mantê-lo inconsciente.

Alguns Tiste Liosan liderados por Kadagar Fant , que se autodenomina Senhor da Luz, capturaram Eleint Kessobahn . Eles bebem seu sangue, tornando-se assim Soletaken , capazes de mudar para a forma de dragão. Eles fazem isso e matam Kessobahn.

Cotillion visitas três acorrentado Eleint, Elote , Kalse e Ampelas . Ele barganha com eles, oferecendo liberdade.

Mael carrega um cadáver no fundo do oceano. Ele o entrega a K’rul . Eles discutem o desastre do Caçador de ossos com pesar e parecem culpar Errastas por cutucar sua ocorrência.

Udinaas é instruída por Kilava Onass a liderar os Imass para fora do Refugium e para o mundo, enquanto ela continua lutando contra os inimigos que se aproximam.

Usando um warren, Ganoes Paran transportou sua Anfitriã do 5º exército Malazan de Aren para a Cidadela do Norte , a segunda cidade de Kolanse , e a tomou. Eles agora estão sitiados na cidade por tropas Kolansii do sul, lideradas por Watered .

Apsal’ara , libertada de Dragnipur , chega a Black Coral e se nomeia conselheira de Nimander . Ela sugere deixar a cidade.

Capítulo 2

Ralata conta a Draconus sobre Onos Toolan e sua morte.

Olar Ethil chega ao acampamento de Setoc e dos acionistas Trygalle . Ela quer Absi , filho de Onos T’oolan. Baaljagg a ataca, mas é destruída. Depois de negociar com os outros, ela sai com os três filhos de Tool.

Quick Ben está no Spar de Andii , onde ele recupera dois objetos escondidos; um é o Cetro da Noite . Ele conjura um cavalo preto. Enquanto está se manifestando, ele fala consigo mesmo; seu solilóquio “quase indica” que ele é filho da Mãe das Trevas .

Capítulo 3

O navio de Shurq Elalle, o Gratidão Imortal , foi danificado na tempestade e alagou ; o suficiente para que esteja prestes a afundar. Princesa Felash o salva usando o labirinto de Omtose Phellack para congelar a água no porão.

No acampamento dos Caçadores de Ossos, Atri-Ceda Aranict diz a Brys Beddict que ela sente uma presença oculta no acampamento; aquele que durante a batalha protegeu o adjunto Tavore. O Perish Grey Helms , Rainha Abrastal ‘s Evertine legião e os restos do Khundryl queimado Lágrimas esperamos alcançar o acampamento do Bonehunter no dia seguinte.

Capítulo 4

Os poucos Fuzileiros Navais e Heavies restantes relutantemente se consolidam em alguns esquadrões completos. Deadsmell , um mago curandeiro do esquadrão, está ligado a Hood . Mas Hood não é mais o Rei da Morte da Casa Alta e, em vez disso, controla o Warren Ancião de Omtose Phellack. Deadsmell percebe que agora pode utilizar Omtose Phellack, apesar da presença da espada Otataral, e a usa para curar o adjunto Tavore.

Os outros líderes dos exércitos aliados chegam ao acampamento dos Caçadores de Ossos para uma reunião.

Livro dois: Todos os compradores dos meus dias

Capítulo 5

Interpretação de Yedan Derryg na Primeira Costa por Shadaan

Existem duas rainhas em Kharkanas, nenhuma das quais deseja assumir o trono. Finalmente Yan Tovis convence Sandalath Drukorlat a fazê-lo, enquanto ela vai para a Primeira Costa . Tanto ela quanto Yedan Derryg, o Vigia, podem ver Tiste Liosan com ódio em seus rostos, tentando quebrar a barreira.

Em Kolanse City, cinco Forkrul Assail Pures ascenderam ao Pináculo . No topo está um altar, dentro do qual está o coração do Deus Aleijado . Em breve, eles pretendem drenar seu poder e usá-lo para limpar o mundo de todo o seu povo em nome da Justiça. Uma frota de navios de guerra é avistada na Baía de Kolanse.

Errastas e Sechul Lath assistem enquanto Kilmandaros trabalha para libertar o Dragão Otataral .

Os filhos da Cobra percebem que a Cidade de Cristal está de alguma forma roubando suas almas; e de qualquer maneira eles exauriram a comida disponível. A Cobra se reforma e deixa a cidade, viajando para o oeste.

Capítulo 6

Onos T’oolan e os T’lan Imass com ele ainda estão entre o cadáver do clã Barghast que eles massacraram; todos, exceto Tool, lamentam as mortes. Depois de três dias, Tool os leva para o leste, em direção às forças reunidas; além de dois que recusaram sua chamada.

Os acionistas da Trygalle precisam de água. Faint diz ao mago Precious Thimble para usar seu poder para conseguir um pouco. Em vez disso, ela desperta um antigo deus enterrado, que mata Sweetest Sufferance antes que Draconus chegue e o derrote.

Silchas Ruin decide que Rud Elalle precisará de uma espada e vai encontrar uma para ele.

Capítulo 7

Os líderes dos exércitos reunidos finalmente se encontram. A Adjunta Tavore revela sua estratégia, que é recebida com consternação universal: ela pretende que os Caçadores de Ossos e o restante de Khundryl apenas atravessem o Deserto de Vidro intransponível para tirar os exércitos de Assalto de Forkrul fora de posição. Enquanto isso, seus aliados contornarão o deserto ao sul e seguirão para a cidade de Kolanse. Ela revela seu objetivo: atacar o Pináculo e libertar o coração do Deus Aleijado antes que os Puros possam drenar seu poder.

Ruthan Gudd e Bottle sobreviveram à batalha com o K’Chain Nah’ruk e estão alcançando o exército de Caçadores de Ossos. Eles são acompanhados por Masan Gilani , que traz cinco T’lan Imass de The Unbound . Os T’lan Imass tratam Ruthan como um Deus Ancião , o que ele nega. Eles alcançam os Caçadores de Ossos. Quando os T’lan Imass encontram o Adjunto Tavore, eles anunciam que trazem saudações do Deus Aleijado para ela.

Livro três: Para carregar a da lança

Capítulo 8

A feitiçaria da Princesa Felash permitiu que a nave de Shurq Elalle chegasse à terra, e todos pousaram. No entanto, o navio não pode ser consertado sem madeira, então Felash envia sua serva em seu labirinto, Omtose Phellack, para encontrar um pouco. Em vez disso, ela encontra um navio e consegue voltar com ele.

Silchas Ruin está procurando uma espada para Rud Elalle. Ele chega a um lugar estranho onde sombras de deuses estão vagando. Shadowthrone aparece e oferece a Silchas uma antiga espada Hust . Silchas fica surpreso por ele não reconhecê-lo. Ele sente que é bom demais para Rud e decide pegá-lo para si.

Na Primeira Costa, o Tiste Liosan rompeu a barreira. O Shake e o Letherii resistem a eles.

Capítulo 9

Olar Ethil tenta contatar Onos T’oolan telepaticamente para persuadi-lo a se juntar a ela. Ele resiste às tentativas dela, e seu ataque mental subsequente é repelido por uma linha de Bridgeburners mortos-vivos liderados por Whiskeyjack .

Irmã Equity , uma Inquisidora Forfait Assail Lawful, detectou o uso de um Warren pela Princesa Felash e vai investigar. Ela espera encontrar aliados para usar contra a irmã Reverence , sua líder, que quer destruir toda a humanidade. Quando ela chega, ela é atacada primeiro pelos marinheiros, que são rapidamente mortos, e depois por Felash e sua criada, o que resulta em um impasse. Ela pergunta sobre o Warren Elder, não acreditando que seja Omtose Phellack. Felash invoca o warren; dele emerge Hood, que mata Equity.

Capítulo 10

O adjunto Tavore e os Caçadores de ossos começaram a cruzar o Deserto de Vidro. Os exércitos aliados estão passando ao sul dela quando Brys Beddict e o exército Letherii encontram o K’Chain Che’Malle . É intenção de Tavore que Gesler e Stormy , os líderes do exército Che’Malle, estejam no comando geral dos aliados.

Tanakalian , a Bigorna Escudo dos Elmos Cinzentos Perdidos , finalmente confronta Krughava , sua Espada Mortal . Os Perish são jurados aos Lobos da Guerra, o Senhor e Senhora da Fortaleza da Besta . Ainda assim, Tanakalian acusa Krughava de trair aquele juramento quando ela jurou seguir Tavore. Ele convence os Elmos Cinzentos e Krughava renuncia ao cargo.

Livro Quatro: Os punhos do mundo

Capítulo 11

Na Black Coral Spindle está ajudando a escavar o monte. Os Tiste Andii partiram e Kurald Galain se foi, então Coral está agora iluminado pelo sol novamente. De repente, os Grandes Corvos deixam a cidade.

O adjunto Tavore lidera os Caçadores de Ossos e Khundryl Burned Tears em sua marcha pelo Deserto de Vidro. Ruthan Gudd finalmente percebe o que a está impulsionando: é a compaixão que ela sente pelo Deus Aleijado.

Capítulo 12

Na Primeira Costa, o ataque inicial de Tiste Liosan é repelido pela Vigia e pelo exército de refugiados Letherii. Mas ainda existem muitos mais Liosan para lutar, e quatro de seus líderes mudaram para a forma de dragão. O ataque Liosan novamente.

Capítulo 13

Os acionistas sobreviventes de Trygalle alcançam o exército Letherii antes que morram de sede. Os poderes de Atri-Ceda Aranict têm crescido, ou talvez a preensão que ela usa está recuperando sua força; ela é capaz, mentalmente, de ensinar a Precious Thimble sua língua.

Princesa Felash abre um portão para se comunicar com a Rainha Abrastal. Ela está no navio que sua criada adquiriu de Omtose Phellack, viajando com Hood em direção a Kolanse.

O Ex-Mortal Sword Krughava tem pensado em sua situação. Ela decide entrar no Deserto de Vidro até o Adjuntor Tavore para avisá-la da probabilidade de que os Elmos Cinzentos Perecerão não lutarão por ela. Um K’ell Hunter nota sua partida.

Livro cinco: Uma mão sobre os destinos

‘Tive visões do futuro, e cada uma delas acaba no mesmo lugar. Não me pergunte o que isso significa. Eu já sei. Esse é o problema com as visões do futuro. ‘

Capítulo 14

Gruntle é a Espada Mortal de Trake , o Tigre do Verão e da Batalha, que o envia em sonhos por muitos mundos. Em alguns desses sonhos, ele vê uma enorme pantera negra.

Mappo Runt está cruzando o Deserto de Vidro. Ele vê um enorme enxame de borboletas e percebe que são todos um D’ivers . Eles o atacam, mas são repelidos por uma das canções de Badalle .

A ruína de Silchas retorna a Rud Elalle com sua nova espada e dá a Rud as antigas. Ele então sai depois de explicar que um grande número de Eleint logo chegará de Starvald Demelain, e ele tentará resistir a eles.

Os dois T’lan Imass que negaram a liderança de Onos T’oolan se juntam aos cinco que viajam com os Caçadores de Ossos.

Capítulo 15

Holding the First Shore por Daniel Knoblich

A batalha na Primeira Costa continua. Onda após onda de tropas Liosan atacam e são repelidas. Um de seus líderes Soletaken atravessa a brecha na forma de dragão; Yedan Derryg o mata com sua espada Hust . Quatro Hounds of Light atacam e também são mortos por ele, mas não antes de abater muitos defensores. Outro dragão ataca e também é morto.

De volta a Kharkanas, a Rainha Sandalath Drukorlat está perdendo o contato com a realidade, devido às suas memórias antigas da cidade e à tensão de esperar no trono enquanto os Shake morrem em seu lugar. Ela determina que o Liosal não tome a cidade, preferindo queimá-la ela mesma.

Capítulo 16

Kilmandaros conseguiu libertar o Dragão Otataral. Ela, Sechul Lath e Errastas se apressam em deixar a área. Kilmandaros teme que Draconus tente matá-la em retaliação.

Silchas Ruin se reencontra com seu primo morto-vivo, Tulas Shorn .

Olar Ethil levou Torrent e as crianças para um labirinto para evitar o Deserto de Vidro. As meninas temem que ela as mate em breve para exercer mais pressão sobre Onos T’oolan. Torrent se afasta um pouco e encontra Kruppe , que revela ser o verdadeiro pai das meninas. Ele dá a Torrent um arco e flechas melhores para defendê-los.

Gruntle, na forma de tigre, está novamente viajando através dos bairros de sonho. Ele conhece Kilava em uma caverna no Refugium. Acima ele vê o Starvald Demelain se aproximando. Kilava fala em sua mente, avisando a ele e Trake para ficarem longe. Gruntle se recusa. Kilava muda para sua forma de pantera e eles começam a lutar.

Mappo Runt chega a Crystal City. Embora agora vazio, ele vê a memória de Badalle, que fala com ele de forma desconcertante.

O dragão Otataral recém-libertado, Korabas, irrompe de sua caverna e voa para longe; o terreno pelo qual ela passa morre para sempre. Kilmandaros revela que otataral não é uma coisa, mas um título, uma forma abreviada de Otas’taral, o Olho da Abnegação. Ao libertá-la, eles forçaram o outro Eleint a atacá-la, caso contrário, toda a feitiçaria morrerá; devido à sua natureza feiticeira, o mesmo aconteceria com a Eleint.

Livro seis: Para um na cadeias

Capítulo 17

Os filhos da Cobra, viajando para o oeste, encontram os Caçadores de Ossos que viajam para o leste e se juntam a eles. Os Caçadores de Ossos compartilham com eles a pouca água restante.

Os Caçadores de Ossos estão morrendo de sede e é improvável que durem mais um dia; ainda assim, eles são inspirados pela presença das crianças para lutar por mais tempo.

Capítulo 18

Kalam Mekhar há muito tempo está mentindo, envenenado, na Deadhouse da cidade de Malaz . Quick Ben e a ex-mulher de Kalam, Minala , o despertam. Eles partem por warren para Kolanse.

Na Cidadela Norte, a recém-chegada Inquisidora Legal, Irmã Belie , organizou uma negociação com o líder dos Malazans sitiados; ela pretende ordenar que ele se mate na frente dos defensores. No entanto, esse líder é Ganoes Paran, o Mestre do Deck , e ele desvia o comando.

No navio da Morte, Hood e o morto-vivo Shurq Elalle discutem a vida e a morte, e como os antigos deuses recebem, mas não dão. Hood explica como Shadowthrone e Cotillion conspiraram com outros deuses e ascendentes para remediar a situação.

Eles encontram um navio Forkrul Assail, capitaneado por um Watered. A criada de Felash embarca para negociar. Disse que todos eles seriam mortos, ela ataca e mata todos eles, incluindo os regados. Felash menciona que cinco de suas irmãs têm servas semelhantes e que originalmente elas insistiram em usar máscaras.

Draconus diz a Ublala Pung que eles devem se separar; Ublala deve ir para o norte. Ele então vira e voa para longe.

Em Kolanse City, os Pures descobrem que o ataque à Cidadela do Norte falhou e por quê. Uma delegação de Perish Grey Helms da frota chega e, tendo duplicado o raciocínio da Bigorna Escudo, deseja se aliar ao Assail. Em vez disso, eles são escravizados e enviados para atacar a Cidadela do Norte.

O assassino Shi’Gal Gu’Rull descobre Krughava inconsciente e a resgata do enxame de fragmentos que estava prestes a comê-la. Quando recuperada, ela avisa os Caçadores de Ossos que eles não podem mais contar com o exército de Perecer para lutar ao seu lado.

Esse exército alcançou Kolanse. Setoc chega, possuído pelos Lobos do Inverno, aos quais ela é Destruidora . Os lobos desejam que os Perish lutem ao lado dos Bonehunters, para desgosto de Shield Anvil Tanakalian.

Kilava e Gruntle são iguais, mesmo sem a presença de Trake. Em seguida, Starvald Demelain abre e um dragão Eleint emerge. Gruntle, agora possuído por Trake, ataca com sucesso, mas Kilava aproveita a oportunidade para matar Gruntle, para seu pesar. Todo o Eleint surge no mundo.

Capítulo 19

A luta continua na Primeira Costa. Em Kharkanas Withal veste uma armadura antiga que ele encontrou e sai para a frente, contra a vontade de Sandalath Drukorlat. Sua partida aprofunda sua loucura e ela começa a confundir as pessoas com velhos amigos e inimigos.

Os Tiste Andii de Black Coral chegaram a Kharkanas, alguns em forma de dragão liderados por Silanah . No entanto, Sandalath, em sua loucura, obriga Silanah a queimar a cidade.

O Tiste Liosan finalmente compromete suas tropas de elite para a batalha, o que permite que o resto do Soletaken atravesse e depois vire. Yedan Derryg mata o primeiro, mas morre no processo. Os Tiste Andii chegam, alguns desviam e se juntam à defesa. No entanto, eles estão perdendo até que Sandalath seja persuadido a libertar Silanah; ela tem o dobro do tamanho do Liosan Soletaken e os mata facilmente. Os restantes Liosan são mortos.

Capítulo 20

Os Caçadores de Ossos e Khundryl Burned Tears não têm mais água, mas ainda estão a nove dias do suprimento mais próximo. No final da marcha do dia, os líderes se reúnem. Então Banaschar recupera a faca dada ao Adjunto Tavore por Ceda Bugg , para ser usada “em sua necessidade mais extrema, quando o sangue for necessário”. Tavore a pega e se corta, depois enfia a faca no chão. Água jorra abaixo deles.

Livro sete: sua terra privada

Capítulo 21

Quick Ben e Kalam Mekhar juntaram-se a Ganoes Paran na North Citadel. Os Malazans saem da cidade para atacar os sitiantes do Assalto Forkrul e vencem facilmente quando Kalam mata seus comandantes, incluindo a irmã Belie. No entanto, ele usa uma faca contendo otataral, o que atrai a atenção do Dragão Otataral recém-libertado. Após sua vitória, o Malazan Host parte para o sul.

The Perish Grey Helms, liderados por Shield Anvil Tanakalian e Destriant Setoc, continuam a marchar para o leste. Eles são recebidos por uma legião de Assalto Forkrul enviada para reabastecê-los.

Letherii de Brys Beddict e da rainha Abrastal Bolkando exércitos estão bem atrás do Perish e K’Chain Che’Malle. Mensageiros chegam da costa, contando sobre suprimentos e reforços que o rei Tehol enviou de navio; os reforços incluem Teblor . Eles chegarão no dia seguinte.

Capítulo 22

O Assalto Forkrul, Irmã Calma, toma conhecimento da libertação de Korabas, o Dragão Otataral, e sente que se aproxima. Ela se volta para Icarium, a quem ela considera a única força que pode resistir a Korabas se a outra Eleint não conseguir matá-la, ou a própria Eleint se vencerem.

Kilmandaros está fugindo por inumeráveis ​​prédios, perseguido por Draconus. Ele a pega e mata tanto ela quanto Sechul Lath, seu filho, que tenta defendê-la.

Korabas está ciente de que muitos Eleint apareceram e estão perseguindo-a. Ela não pode voar mais rápido que eles, então ela se vira e espera.

Silchas Ruin e Tulas Shorn mudam de direção e voam para ajudar Korabas, que agora está lutando contra Eleint e logo será derrotado.

Ganoes Paran e o Malazan Host encontram uma passagem na montanha bloqueada por Forkrul Assail e os Perish da frota. Naquela noite, Kalam Mekhar, com a ajuda de Quick Ben, se infiltra em seu acampamento e assassina o irmão Serenity , o único Puro lá. Os sapadores Malazan foram reabastecidos por Ganoes: ele usou suas habilidades como Mestre do Deck para adquirir munições Moranth direto de um armazém Moranth . No dia seguinte, os sapadores usam as munições para massacrar o exército de Forkrul Shriven . Os Perish são forçados a se render.

Capítulo 23

O exército de assalto Forkrul é implantado para defender as abordagens para a cidade de Kolanse; seus aliados Perish Grey Helm manterão o centro da linha. O avanço das tropas Bolkando, White Face Barghast e Letherii chegará em breve. Na Baía de Kolanse, os Tronos de Guerra Perish estão sendo afundados por tempestades, embora não haja vento.

Krughava, o antigo Perish Mortal Sword, e Grub cavalgam um Ve’Gath para os exércitos aliados. O príncipe Brys Beddict explica seu plano: pressionar o exército adversário o suficiente para que ele não consiga se desvencilhar de sua finta para conter o ataque real do K’Chain Che’Malle ao Pináculo . Krughava cavalga adiante para se juntar a seus Elmos Cinzentos Perdidos.

O avanço Che’Malle percebe um exército em seu caminho; é uma hoste de T’lan Imass liderada por Onos T’oolan. Eles explicam que pretendem libertar o Deus Aleijado, e Tool percebe que ele compartilha esse objetivo. Os exércitos se fundem e avançam para atacar o Pináculo.

O Pure Brother Diligence encarregado dos exércitos Shriven e Perish nas proximidades, suspeitou dos motivos de Shield Anvil Tanakalian e vem assumir o comando dos Perish com sua Voz. Setoc usa o poder dos Lobos do Inverno para repeli-lo, deixando-o inconsciente. No Pináculo, a Irmã Reverence é informada sobre a aproximação do exército Che’malle. Ela tenta convocar reforços do irmão Diligence, mas não consegue contatá-lo.

Krughava chega a Perecer e confronta Tanakalian e Setoc. Os Deuses Lobos, falando por meio de Setoc, dizem para não tomar parte na batalha que se aproxima; em vez disso, eles querem esperar e, em seguida, atacar o vencedor enfraquecido. Krughava argumenta contra isso, visto que a tática do lobo de matar os mais fracos do rebanho não funcionará contra os humanos. Ela convence Setoc, mas não os lobos que a possuem completamente. Tanakalian mata Setoc para evitar que os lobos roubem ‘sua’ glória e fere Krughava mortalmente, mas ela é capaz de matá-lo antes de morrer.

Os Perish perderam seus três comandantes e provavelmente também seus deuses. Eles se sentem envergonhados e decidem lutar contra o Assalto Forkrul. A Rainha Abrastal os envia para bloquear qualquer retirada de Forkrul.

O irmão Diligence recupera a consciência e ouve os apelos da irmã Reverence por ajuda: as tropas do Spire estão sendo massacradas pelos Che’Malle. Ele envia reforços e, em seguida, usa sua voz nos comandantes Letherii. Brys Beddict está ciente dele e libera nele os nomes de todos os deuses esquecidos que ele guardou dentro dele no Abismo antes de sua ressurreição; A diligência está sobrecarregada. O último nome esquecido é o do próprio deus do Assalto Forkrul, que entra na alma da Diligência.

À medida que os nomes jorram dele, Brys gradualmente morre em uma poça de água do mar. Ceda Aranict se recusa a deixá-lo ir e é arrastada para a água. Faint corta seus braços e oferece sangue a Mael para fazê-lo intervir; então Amby Bole é capaz de arrastá-los para um local seguro.

Apesar da morte de Diligence, a batalha continua. A Rainha Abrastal envia o Barghast para ajudar os Perish tentando evitar que os reforços cheguem ao Pináculo, mas eles estão em menor número e falham.

Em Darujhistan, Karsa Orlong encontra um homem cego aleijado, Munug , um mensageiro do Deus Aleijado. Este é o seu sinal para agir; ele vai ao templo de Fener .

No Spire, a irmã Reverence comanda a defesa e espera que a força de socorro chegue a tempo. Ela vê que a baía de Kolanse está totalmente congelada; A nave da morte chegou e Hood liberou Omtose Phellack. Hood caminha pelo gelo até o Pináculo e cria um eixo de gelo até o topo. Gesler fica sabendo da aproximação dos reforços Kolansii e envia os Caçadores K’ell e T’lan Imass para interceptá-los. O resto dos atacantes avançam lentamente. Acima deles, o céu se enche de nuvens escuras e relâmpagos. Lentamente, o deus Fener, o Javali do Verão, se manifesta. Em Darujhistan, Karsa entra no templo de Fener. No altar está uma presa de javali. Karsa balança sua espada de pedra e esmaga presas e alter. Acima do Pináculo, a manifestação de Fener é cortada por uma enorme espada de pedra. Uma chuva de sangue cai do céu, reanimando o Imass assim que os reforços Shriven chegam. Os Imass vivos não podem resistir a eles e estão morrendo novamente. Os 14Jaghut , não mais morto-vivo, vem para ajudar, e eles se juntam aos caçadores K’ell e os Teblor e Barghast do sul. Eles ainda estão perdendo até que Whiskeyjack e o exército de mortos-vivos Bridgeburner cheguem.

A chuva de sangue reanima Olar Ethil também. Enquanto isso a distrai, Torrent faz as crianças correrem para o interior, então diz a Olar que elas escorregaram para o gelo que encheu a baía de Kolanse. Ela tenta encontrá-los lá; Torrent o segue e quebra suas pernas em uma fissura, mas consegue matar Olar com uma flecha do arco de Kruppe.

Sinn intervém na batalha antes do Spire. Ela acende o fogo de Tellann Warren, abre caminho através dos defensores e inicia o Spire. Gesler e Stormy temem que ela queira o poder do Coração para si mesma e correm atrás dela. Stormy a joga da escada enquanto Gesler sobe ao topo. Sinn sobe de volta e queima Stormy, mas ele a agarra e salta do Spire, matando os dois. Gesler chega ao topo do Pináculo e troca golpes com a rejuvenescida Irmã Reverência, danificando-a antes que ela o mate. Hood então chega e a mata. O Assassino Shi’Gal leva o coração do Deus Aleijado.

As batalhas terminaram e os exércitos aliados venceram. Onos Toolan conhece seus filhos; e então sua esposa Hetan , viva e curada, trazida lá por Toc Anaster .

Capítulo 24

O adjunto Tavore, Banaschar e Fiddler fazem uma curta excursão a uma colina. No topo, Tavore enfia sua espada otataral no chão. Banaschar sugere que D’rek pode circundar a colina para ajudar em sua defesa. Eles retornam ao exército de Caçadores de ossos, então Fiddler leva os fuzileiros navais e os Heavies de volta para a colina. Tavore lidera as tropas regulares Bonehunter para o oeste.

Existem três Forkrul Assail Pures encarregados das tropas Kolansii que se aproximam. Cientes da pequena força de Fiddler e do anfitrião de Ganoes Paran no norte, eles dividiram seu exército em três: o maior atacará os Regulars Caçadores de Ossos, os outros Fiddler e Ganoes, todos com força avassaladora.

Silchas Ruin e Tulas Shorn estão voando em direção ao outro Eleint. A espada Hust de Silchas está inquieta; ele pousa e puxa. Três correntes aparecem da espada, ancoradas no solo; da terra, no final de cada um, emerge um antigo Eleint: Eloth, Ampelas e Kalse. Como eles voam para fora eles passam sobre Telorast e coalhar que também veer e juntá-las para formar uma tempestade de sete dragão, que ataca os Korabas atacando.

Os Grandes Ravens agora estão voando com o assassino Shi’Gal carregando o coração do Deus Aleijado. Os Ravens alcançam a colina dos fuzileiros navais; cada um mergulha ao lado da espada otataral e se transforma, formando gradativamente a figura de um homem deformado acorrentado ao chão: o Deus Aleijado. Há um buraco em seu peito; nele Gu’Rull coloca o coração.

A irmã Calm chega a Icarium ao mesmo tempo que Mappo Runt. Eles lutam e Calm mata Mappo. Ela é então morta por Ublala Pung.

O exército Kolansii enfrenta os Caçadores de Ossos regulares e seus aliados Khundryl Burned Tears e T’lan Imass. Os Imass atacam um dos puros, ferindo-a enquanto ela os destrói. O outro Pure avança sobre Tavore, usando sua voz para atacá-la. Badalle convoca os Fragmentos, remanescentes do deus Assalto Forkrul; eles aparecem e o devoram. O restante Pure está prestes a lutar contra o último T’lan Imass. Ela passa por cima do Warleader Gall mortalmente ferido ; ele se levanta atrás dela e enfia uma espada em sua espinha. O T’lan Imass então finalmente a mata. Apesar da perda de seus líderes, os Kolansii estão vencendo facilmente contra os Caçadores de Ossos em menor número, apenas algumas centenas dos quais permanecem. Em seguida, o exército de Ganoes Paran aparece e vira a batalha.

O outro exército Kolansii cercou a colina onde os fuzileiros navais e pesados ​​protegem o Deus Aleijado. Eles atacam repetidamente; cada vez que são repelidos pelos defensores ajudados por suas munições alquímicas. Eventualmente, apenas um punhado de defensores permanece. Os Kolansii estão prestes a atacar pela última vez quando Quick Ben e Kalam Mekhar chegam e matam os líderes Puros e Regados. O dragão Otataral chega à colina, fugindo da outra Eleint. Sua chegada quebra as correntes do Deus Aleijado. O violinista o encoraja a amarrar Korabas; é a única maneira que o dragão terá permissão para viver. Com a ajuda de K’rul e Mael, e por meio de Heboricas mãos fantasmas de, uma jade e uma otataral, o Deus Aleijado consegue acorrentar Korabas; o restante Eleint se dispersa. Ele é então libertado de seu corpo aleijado por Cotillion.

Icarium, desatado pela morte da irmã Calm, está novamente amnésico. Ele enterra Mappo Runt, cujo nome ele esqueceu, e vai embora; desta vez acompanhado por Ublala Pung e Ralata .

FIM


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