Malazan Book of the Fallen #4 | House of Chains (A Casa das Correntes) – Steven Erikson | Resenha, Citações, Mapas, Ilustrações e Resumo | NITROLEITURAS – Guia Tio Nitro da Saga Malazan #resenha #releitura #malazan

E eis que chegamos na grande estreia do KARSA ORLONG, um dos meus personagens favoritos da saga Malazan! E uma campanha brutal e violenta das legiões do Império Malazan no Deserto Sagrado de Raraku, para conter o Redemoinho, uma sanguinária revolta dos povos das Sete Cidades! Sangue, pancadaria, filosofia, personagens inesquecíveis e fantasia ultra brutal e sombria com grandes doses de humor ácido!

Esse é o 4º  post do meu projeto GUIA TIO NITRO DA SAGA MALAZAN, uma releitura de todos os livros da saga Malazan – Book of the Fallen, com minhas novas resenhas e um sumário da trama com SPOILERS, para divulgar mais a saga no Brasil, visto que acho difícil que todos os livros sejam publicados. Além dos livros da série Malazan – Book of the Fallen do Steven Erikson, irei ler e fazer o mesmo com os seis livros do Ian Esslemont, a série Malazan Empire. Com isso, espero ampliar mais o conhecimento dessa fantástica série de Fantasia Épica Sombria e Brutal no Brasil!

Aqui no Brasil, até o momento, da série principal, só foram lançados os dois primeiros livros – Jardins da Lua e Portais da Casa dos Mortos, pela editora Arqueiro (que detém os direitos da série Livro Malazano dos Caídos). Da série paralela de Esslemont, só este, que é o primeiro, foi lançado, pela editora Cavaleiro Negro (que detém os direitos dessa série e da série O Caminho para Ascendência, que conta a história de Kellanved e Dançarino e o início de seu Império Malazano, também lançado no Brasil o primeiro livro – Lamento de Dançarino).


GUIA TIO NITRO DA SAGA MALAZAN 

Malazan Book of the Fallen #1 | Gardens of the Moon (Os Jardins da Lua) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #2 | Deadhouse Gates (Os Portais da Casa dos Mortos) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #3 | Memories of Ice (Memórias do Gelo) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #4 | House of Chains (A Casa das Correntes) – Steven Erikson


Malazan Book of the Fallen #4 | House of Chains (Casa das Correntes) – Steven Erikson | 1015 pgs., Tor Books (2007), 1ed. (2002) | Lido de 10.08.20 à 02.09.20 | Guia TIO NITRO da Saga Malazan | NITRORELEITURAS #resenha #releitura #malazan

SINOPSE

No norte de Genebackis, um grupo de invasores de guerreiros tribais selvagens desce das montanhas para as terras planas do sul. A intenção deles é causar estragos entre os desprezados habitantes das planícies, mas para aquele chamado Karsa Orlong, isso marca o início do que se revelará um destino extraordinário.

Alguns anos depois, é o rescaldo da Cadeia de Cães. Tavore, o novo Adjunto da Imperatriz, chegou à última fortaleza Malazan remanescente em Sete Cidades. Nova no comando, ela deve aprimorar doze mil soldados, a maioria recrutas inexperientes, mas para um punhado de veteranos da marcha lendária de Coltaine, em uma força capaz de desafiar as hordas de Redemoinho de Sha’ik que estão à espreita no coração do Deserto Sagrado .

Mas esperar nunca é fácil. Os senhores da guerra da vidente estão travando uma luta de poder que ameaça a própria alma da rebelião, enquanto a própria Sha’ik sofre, perseguida pelo conhecimento de seu inimigo: sua própria irmã, Tavore.

E assim começa este novo capítulo incrível no aclamado Malazan Book of the Fallen de Steven Erikson.

RESENHA

“House of Chains” é o livro que introduz aos fãs da saga Malazan o grande Karza Orlong, a desconstrução de Steven Erikson do tropo do bárbaro selvagem, uma espécie de versão pós-moderna e contemporânea, e muito mais brutal do grande Conan, de Robert H. Howard.

Karsa é a encarnação da brutalidade selvagem e Erikson, com seu histórico de arqueólogo, contextualizou de maneira mais contemporânea a cultura tribal desse personagem, se afastando dos clichês tradicionais do gênero “Conan” e se aproximando mais de conceitos antropológicos modernos. A cultura tribal e “primitiva” dos Tablor ou Toblakai, a raça de Karsa revela uma sofisticação e uma visão de mundo complexa, como a que observamos nos povos antigamente chamados de “primitivos”.

Isso foi o que me surpreendeu quando li “House of Chains” pela primeira vez, a concepção de um povo dito selvagem em um mundo de fantasia, mas contextualizando dentro de sua cultura.

Dessa forma, o modo guerreiro dos toblakai, encarnado por Karsa, choca a nossa sensibilidade dita civilizada mas é perfeitamente natural dentro do contexto de sua história. E, como sempre, Erikson coloca muitas nuances nos companheiros tribais de Karsa, ensinando para os demais autores de fantasia que nenhuma cultura é absoluta, existem variações de pensamento dentre os indivíduos de qualquer sociedade, por mais opressora que ela seja.

Karsa é um Toblakai, uma das raças mais antigas do mundo da saga malazan, de formas humanas e com mais de dois metros de altura, além de extremamente musculoso e de possuir quatro pares de pulmões, ter uma regeneração quase ao nível de Wolverine, não sofrer com doenças ou infecções. Seu rosto largo e achatado estava tatuado como vidro estilhaçado e tem os seus dentes lixados para parecer presas.

Como se isso não bastasse, ele é superforte, e carrega uma espada feita de pedra, enorme, pesada e inquebrável graças a benção de seus brutais deuses. Apesar de seu tamapnho, Karsa é extremamente veloz e preciso quando em combate.

E tem um arco de personagem impressionante, partindo de um líder tribal arrogante para um guerreiro sábio, cruel, frio e com uma visão amarga da vida, reconhecendo sempre as próprias falhas, e ciente do que precisa fazer e dos aliados que precisará criar para atingir seu objetivo final, destruir a civilização dos “low-landers”, ou seja, a civilização da humanidade do mundo de Malazan e levar o mundo de volta à brutalidade selvagem de onde nunca deveria ter saído.

E isso é doidimais, um personagem focado em reverter o processo histórico civilizatório. E com a barbárie que está tomando conta das sociedades atuais, algo completamente realista e passível de acontecer!

E tudo isso em um romance de fantasia! É por isso que Erikson é um dos meus autores favoritos, um modelo que sigo em minha própria escrita.

Mas “House of Chains” não é só sobre Karsa, cuja história ocupa um quarto do livro. As demais partes do livro lidam com a campanha de Tavore, em nome do Império Malazan, para acabar com a revolução do Redemoinho, iniciada no fantástico livro anterior, o “Memories of Ice”.

Contra Tavore está Shaik, a líder da revolução e avatar do Redemoinho, uma deusa e uma força mágica poderosíssima que protege os exércitos dos rebeldes e que se refugia no Deserto Sagrado de Raraku.

As diversas narrativas do livro, como a saga de Karsa, Shaik enfrentando uma conspiração entre as forças rebeldes, Tavore e a campanha brutal das legiões malazanas no deserto, além de diversas outras histórias paralelas que resgatam personagens dos livros anteriores, são bem conduzidas até um final épico, como é de praxe para o Erikson.

Eu confesso que minha parte favorita é a história do Karsa, e toda vez que ele aparece na história, eu devorava cada palavra! Quem me dera criar um personagem tão brutal e complexo, sim porque esse é o grande lance do Karsa, ele é um bárbaro “profundo”, ou seja, um personagem completo, com camadas, e que promove reflexões interessantes sobre a natureza do que chamamos de “civilização” e do que chamamos de “barbárie” e das responsabilidades e tristezas de quem se declara líder de um povo, como ele faz com sua tribo e os guerreiros que o seguem.

O final da guerra entre Tavore e Shaik sensacional, com uma batalha bem épica e uma reviravolta trágica.

Recomendadíssimo!


O resumo da trama COM SPOILERS, está logo depois das IMAGENS da saga Malazan!


MAPAS

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CITAÇÕES DE “MEMORIES OF ICE”

Kallor deu de ombros. ‘[…] eu andei nesta terra quando os T’lan Imass eram apenas crianças. Eu ordenei exércitos cem mil fortes. Espalhei o fogo da minha ira por continentes inteiros e sentei-me sozinho em tronos altos. Você entende o significado disso?

‘Sim’ [disse Caladan Brood.] ‘Você nunca aprende. ”

“Nós humanos não entendemos compaixão. Em cada momento de nossas vidas, nós o traímos. Sim, sabemos do seu valor, mas, ao saber que atribuímos a ele um valor, guardamos a doação, acreditando que deve ser conquistada, Tlan Imass. A compaixão não tem preço no sentido mais verdadeiro do mundo. Deve ser dado livremente. Em abundância.”

“Primeiro a entrar, último a sair.”
Lema dos bridgeburners

“O coração da sabedoria é a tolerância.”

– Não vou negar que estou impressionado com o seu domínio de seis Warrens de Magia, Quick Ben. Em retrospecto, você deveria ter dominado pelo menos metade do que comanda.
O homem fez com que se levantasse.
“Mas Bauchelain”, respondeu Quick Ben, “eu domino doze Warrens de Magia.”

“A guerra tem suas necessidades … e eu sempre entendi isso. Sempre soube o custo. Mas, neste dia, por minha própria mão, percebi outra coisa. A guerra não é um estado natural. É uma imposição e uma condenação doentia. Com suas regras, voluntariamente entregamos nossa humanidade. Não fale apenas de causas, de objetivos dignos. Somos tomadores de vida.

“Quanto mais difícil o mundo, mais feroz a honra.”

“Deuses, eu queria que o mundo estivesse cheio de mulheres passivas. Ele pensou por mais um momento e depois fez uma careta. Pensando bem, que pesadelo seria esse. É trabalho de um homem acender a centelha em chamas, não apagá-la … ”

“Ainda te amo, mas com sua morte sucumbi a uma espécie de paixão. Eu me convenci de que o que você e eu tínhamos, tão brevemente, era de uma importância muito mais vasta e profunda do que realmente era. De todas as armas que escolhemos usar contra nós mesmos, a culpa é a mais aguda, o Silverfox. Ele pode esculpir o próprio passado em formas irreconhecíveis, falsas memórias levando a crenças que semeiam todos os tipos de obsessões. ”

“Muito bem, permita-me, se você quiser, nesta noite. Para partir seus corações mais uma vez.

“E talvez essa seja a verdade final e mais devastadora. Os deuses não se importam com imposições ascéticas sobre o comportamento mortal. Não ligam para as regras de conduta, para a moral distorcida dos sacerdotes e monges do templo. Talvez, de fato, riam das correntes que envolvemos em torno de nós mesmos – nossa necessidade insaciável e infindável de encontrar falhas nas exigências da vida. Ou talvez eles não riam, mas se enfurecem conosco. Talvez a celebração de nossa negação de vida seja nosso maior insulto àqueles a quem adoramos e servimos. ”

“Eu aviso a todos, o ódio está encontrando solo fértil dentro de mim. E em sua compaixão, em todas as suas boas intenções, você a nutre. ”

“Onde reside o conhecimento reconfortante da vasta e cíclica história, o fluxo e refluxo das guerras e da paz? A paz é a hora de esperar pela guerra. Um tempo de preparação, ou um tempo de ignorância voluntária, cego, piscou e tagarelou atrás de muros seguros.

“As crianças foram feitas para serem presentes. A manifestação física do amor entre um homem e uma mulher. E por esse amor, todo tipo de sacrifício poderia ser suportado. ”

“Vale a pena comemorar a diversidade, Humbrall Taur, pois é o berço da sabedoria.”

“Precisão é uma arte precisa. A pungência é preeminente e impede a prevaricação. ”

“Você zomba de mim ou de sua própria ignorância? Nem mesmo o líquen da tundra está em paz. Tudo é luta, tudo é guerra pelo domínio. Quem perde, desaparece.

 

IMAGENS DA SAGA MALAZAN

RESUMO DA TRAMA DE “MEMORIES OF ICE” (ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS!)

Traduzido de Malazan Wiki

PRÓLOGO

O Prólogo começa com um flashback da 33ª Guerra Jaghut, quando um Imass Bonecaster salva duas crianças Jaghut de serem mortas por um grupo de caça Imass, enviando-as para o que ela acredita ser um portão para Omtose Phellack. A cena muda para três anos após a queda do Deus aleijado, quando três deuses anciões convergem para Kallor para puni-lo por seus crimes. Kallor amaldiçoa cada um em troca de ser amaldiçoado por eles. Um Togg ferido observa de longe.

LIVRO UM: A FAÍSCA E AS CINZAS

Toc, o Jovem, acorda em Morn e conhece Onos T’oolan, que está esperando Lady Inveja. Ela chega e os três decidem viajar para o norte para aprender mais sobre o aluguel encontrado em Morn. Lady Envy viaja com um cachorro chamado Garath, um Ay chamado Baaljagg, e três guerreiros Seguleh, Mok, Thurule e Senu.

Mok é altamente classificado entre os Seguleh e lidera um exército punitivo contra o Vidente Pannion. No caminho, Toc e Tool se unem para fazer flechas, Lady Envy tenta flertar com Toc, para sua decepção, e os Seguleh – excluindo Mok – tentam desafiar Tool para um combate único. Ambos são derrotados.

Gruntle é um guarda de caravana de Daru com seus amigos Harllo e Stonny Menackis. Eles estão escoltando uma figura misteriosa chamada Keruli até Capustan.

No caminho, eles encontram dois feiticeiros chamados Bauchelain e Korbal Broach que dizem que estão viajando para Capustan por um capricho. Outro amigo de Gruntle, Buke, afirma que eles são responsáveis ​​por vários assassinatos no Darujhistan e decide se juntar à caravana deles como guarda, enquanto tenta matá-los ou morrer tentando. No caminho para Capustan, eles param em Saltoan, onde Keruli tenta reforçar as defesas contra o crescente perigo do Vidente Pannion através da desinformação e propaganda.

Quando saem, encontram Hetan, Cafal e Netok, três guerreiros Barghast do clã White Face que afirmam estar caçando demônios. Eles decidem unir forças para sua proteção mútua. Bauchelain e Korbal Broach, com a ajuda de um xamã Barghast agora confinado a uma vareta, encontram a caravana de Gruntle e avisam que os “demônios” estão chegando.

Enquanto se preparam para a batalha, Keruli determina que os “demônios” são realmente mortos-vivos K’Chain Che’Malle K’ell Hunters, coisas que não são vistas na Terra há milhares de anos. Na batalha que se seguiu, Harllo e Gruntle são derrubados.

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A criança nascida dos esforços de K’rul, Pran Chole e Kruppe durante os Jardins da Lua, agora vive entre os Rhivi. Ela é chamada Silverfox, cresceu a um ritmo incrivelmente rápido.

Ela parece ter dez anos, apesar de apenas alguns meses desde que sua mãe, uma mulher Rhivi agora conhecida apenas como Mhybe, a deu à luz. Silverfox não sabe que seu rápido crescimento é impulsionado pelo roubo da juventude de sua mãe.

A jovem revela que dentro dela estão as almas renascidas de Tattersail e Nightchill, embora suas personalidades díspares se revezem chegando à vanguarda. Silverfox afirma ser um Bonecaster de carne e osso do T’lan Imass e diz que os convocará para ajudar na guerra contra o Pannion Domin. Kallor declara que ela é má e aconselha todos a matá-la antes que ela se torne poderosa demais e trai todos eles.

Os exércitos de Dujek Onearm e Caladan Brood se encontram e sua aliança é solidificada. É determinado que sua primeira parada deve ser Capustan para aliviar as Espadas Cinzentas e seu destino final deve ser Coral para combater o Pannion Domin em sua base.

Há rumores de que o Pannion Domin usa uma horda de camponeses famintos conhecidos como Tenescowri que cometeram crimes horríveis, sendo o canibalismo o menor deles.

Chega o conselho do Darujhistan, incluindo Coll, Murillio, Estraysian D’Arle e Kruppe, que prometem ajudar os exércitos fornecendo linhas e materiais de suprimento através da Guilda Comercial de Trygalle. Whiskeyjack, ainda com uma perna muito curada após a Fête, decide defender o Silverfox junto com Korlat, o segundo em comando de Anomander Rake.

Ganoes Paran, agora capitão dos Bridgeburners, sente-se doente e sofrendo de visões de pesadelo desde seu contato com os Cães das Sombras e os eventos da Festa no Darujhistan.

Mallet e Quick Ben determinam que ele está à beira da ascensão e sua resistência a isso o faz sentir-se doente. Silverfox declara que ele é um novo cartão desalinhado no Baralho de Dragões, o Mestre do Baralho. Uma mesa feita pelos Bridgeburners especificamente para o Convés dos Dragões é descoberta na posse de Caladan Brood, com o rosto de Paran pintado nela.

Ao vê-lo, Paran é transportado para a Casa dos Finnest, de onde ele viaja para o Bastão das Feras e encontra dois tronos vazios. Ele também vê que Burn está ferido com uma figura encapuzada e encapuzada acorrentada à ferida. Silverfox diz que uma guerra começou contra os próprios Warrens e que Paran é essencial para vencer esta guerra. Paran nao tem tanta certeza.

Quick Ben, ao encontrar o Deus Aleijado, determina que ele envenenou Burn. Visitando uma bruxa de Tennes, ele descobre que Burn dorme para sonhar, e que seus sonhos se tornaram febris. Ele percebe que se Burn morrer, toda a humanidade estará em perigo. Ele promete salvar Burn e encontrar uma maneira de frustrar o Deus aleijado. A bruxa promete ajudar.

Aprendemos através de Anomander Rake e Caladan Brood que eles, juntamente com outros Ascendentes, foram responsáveis ​​pelo encadeamento, pensando que era a única solução viável na época. Tanto o Deus aleijado quanto os feiticeiros do Pannion Domin usam o warren do Caos. Rake não acha que isso seja uma coincidência. Se Burn morrer, eles percebem, seu warren será o caminho para as outras guerras, e o Deus aleijado os destruirá e, como resultado, destruirá toda a magia. Brood sugere que a destruição não vai parar por aí.

LIVRO DOIS: HEARTHSTONE

Na cidade de Capustan, Karnadas, Brukhalian e Itkovian (o Destriant, Mortal Sword e Shield Bigorna de Fener’s Reve, respectivamente), lideram as Gray Swords na defesa da cidade contra o Pannion Domin.

Eles são empregados pelo príncipe Jelarkan, que está lutando com as manobras políticas do Conselho das Máscaras, um grupo de padres que usam a imagem de vários deuses ancestrais e ascendentes. Itkovian pega um regimento de Gray Swords fora de Capustan, onde eles são atacados por caçadores de mortos-vivos K’ell, mas se encontram com Pran Chole e os T’lan Imass.

Os T’lan Imass oferecem ajuda contra o K’chain Che’Malle, mas não contra os exércitos humanos de Pannion. Itkovian também encontra a caravana de Gruntle junto com Bauchelain e Korbal Broach, e Hetan e Cafal. Harllo e Netok morreram durante a batalha com os caçadores K’ell.

As Espadas Cinzentas os levam todos para Capustan. Logo depois, as tropas de Pannion cercam Capustan, incluindo 100.000 Tenescowri, o exército camponês faminto.

Hetan e Cafal abordam o Conselho da Máscara exigindo que os restos das famílias fundadoras dos Barghast sejam entregues a eles. O conselho adota, e os Espíritos Elder Barghast são despertados.

Gruntle está bebendo muito depois de saber da morte de Harllo, mas foge graças a Buke e Stonny. Stonny está hospedado com as Espadas Cinzentas e prometeu lealdade a Keruli.

Buke continua com Bauchelain e Korbal Broach, que adquiriram uma mansão em Capustan. Buke afirma que fica porque precisa impedi-los; O espeto retomou o assassinato de cidadãos. Keruli dá a Buke um pequeno pássaro de barro para ajudá-lo.

Quick Ben vagueia pelos warires, provando uma nova falta que os afeta. Vagando para o reino de Hood, ele conhece Talamandas, uma vareta com a alma de um dos primeiros fundadores dos Barghast. Ele liberta Talamandas depois de saber que os Barghast eram uma vez T’lan Imass que morava junto com Thelomen Toblakai. Mais tarde, Quick Ben se encontra com o esquadrão de Antsy, que o espera enquanto o resto dos Bridgeburners se encontra com Humbrall Taur e o White Face Barghast.

Quick Ben é agarrado pelos Espíritos Barghast que, com Talamandas como seu porta-voz, dizem que eles precisam entrar em contato com os homens de barghast e convencê-los a ir para Capustan, onde estão seus restos mortais. Quick Ben sugere canalizar seu poder através de Mallet, que está a caminho do acampamento White Face.

Os Bridgeburners, liderados por Ganoes Paran, vão todos se encontrar com o White Face Barghast para negociar uma aliança contra o Pannion Domin. Trotts afirma ter laços de sangue com as primeiras famílias e luta contra um dos filhos de Humbrall Taur. Trotts mata o garoto, mas é mortalmente ferido no processo. Mallet chega a tempo de curá-lo e é salvo do envenenamento fatal de seu warren quando os Espíritos Barghast intervêm.

Quick Ben chega logo depois, e ele e Paran se encontram com Humbrall Taur, permitindo que os Espíritos Barghast sejam sentidos no clã White Face pela primeira vez.

O exército de Dujek Onearm, juntamente com o anfitrião de Caladan Brood, marcham lentamente para Capustan, com a Guilda Comercial Trygalle fornecendo-os.

A Silverfox agora parece ser um adolescente, enquanto o Mhybe está cheio de dores desde a velhice. Kruppe, Korlat e Whiskeyjack tentam consolar o Mhybe, mas ela recusa o conforto deles e é ainda mais atormentada por sonhos de ameaças sem rosto. Korlat e Whiskeyjack se tornam amantes.

Kallor aceita uma oferta para se tornar o rei supremo da Casa das Correntes em troca de uma oportunidade de matar o Silverfox.

Toc, o Jovem e a Ferramenta, aprofundam sua amizade enquanto fazem flechas e lâminas de pedra. Quando Toc vê uma visão da história de Baaljagg como um Ay, Tool lhe dá um nome Imass: Aral Fayle.

Toc também testemunha a morte de Trake e se encontra com Kilava, que pretende ir a Coral, não para responder à convocação de Silvefox, mas para concluir negócios inacabados.

A rivalidade entre Tool e Mok se intensifica quando Tool vê Mok desmontar um caçador de K’ell com facilidade. Lady Envy se encontra com K’rul, que revela que todos os guerreiros se alimentam de seu sangue, e que o Deus aleijado o está envenenando, um d ele precisa da ajuda de Envy para levar Toc e o Seguleh ao coração do território do Pannion Seer.

Ao entrar no território do Vidente, Toc abandona seu grupo e se junta aos Tenescowri, esperando que eles se encontrem com os Malazans. Semanas depois, faminto e delirante, ele é convocado pelo Vidente Pannion e vê o cadáver de um homem velho sendo animado por um Jaghut, que é ainda mais empolgado por tentáculos cinzentos de poder chegando. Quando ele tem outra visão de seu grupo através dos olhos de Baaljagg, o Vidente o lança em uma prisão com a K’Chain Ch’Malle Matron que já morou no Rent at Morn. Ele é mantido vivo com feitiçaria, enquanto a matrona, louca pela dor e tristeza pela perda de seus filhos, quebra seus ossos repetidamente em seus braços.

LIVRO TRÊS: CAPUSTAN

Toc the Younger está sendo realizado na cidade fortaleza de Outlook, trancada nos braços da matrona. Agora ele está deformado e enlouquecendo, mas ouve notícias dos Pannions travando uma guerra cara ao sul, enquanto o partido de Lady Envy faz seu caminho em direção ao Vidente.

Eventualmente, Tool, Garath e Baaljagg entram no Outlook, forçando o Vidente a fugir com Toc e a Matrona para Coral. Quando ele dorme, ele sonha em correr com um bando de lobos, procurando uma pedreira para entregar algo, e Toc percebe que o deus do inverno Togg reside dentro dele.

Ele também descobre que Baaljagg é a manifestação física de Fanderay, o milênio de separação entre Fanderay e Togg alimenta sua perseguição desesperada. Toc é mostrado na baía de Coral e encontra um Seerdomin que mostra bondade inesperada.

A cidade de Capustan é cercada pelo Pannion Domin, que ataca com 80.000 soldados e quase 300.000 Tenescowri. Itkovian lidera as Espadas Cinzentas em defesa da cidade usando uma estratégia de retirada controlada, que inicialmente devasta os atacantes.

Em menor número que eles são, no entanto, a defesa começa a desmoronar. Gruntle, inicialmente desinteressado em lutar, encontra Stonny Menackis, que foi estuprada por um Seerdomin. Uma mudança inexplicável acontece sobre ele, e ele reúne vários campos e reforça a defesa das Espadas Cinzentas, salvando essencialmente a cidade.

Os Tenescowri atacam e dominam a cidade pelo peso absoluto dos números. Gruntle tem lutado com uma milícia improvisada em um prédio residencial. Cada membro de sua milícia, incluindo Gruntle, é magicamente enfeitado com listras de tigre e começa a se comunicar sem palavras. Itkovian observa que Trake caminha na sombra de Gruntle. Itkovian sente Fener diminuindo no poder e tem uma crise de fé.

Keruli entra no Conselho das Máscaras, exigindo um lugar no conselho como Rath’K’rul, e protege os Thrall trabalhando com os Barghast. Rath’Fener, tendo feito um acordo com o Pannion Domin, convoca Brukhalian para protegê-lo. Brukhalian é morto por Seerdomin a caminho do escravo, e Karnadas morre logo depois. Itkovian promete vingança pela traição de Rath’Fener. Ele leva as restantes Espadas Cinzentas para o palácio do príncipe Jelarkan, onde conhece Anaster, o líder dos Tenescowri e descobre que Jelarkan está morto, tendo sido comido por eles.

Como a bigorna do escudo, Itkovian se oferece para tirar o desespero de Anaster, o que faz com que Anaster escape aterrorizado.

O Barghast White Face e os Bridgeburners chegam a Capustan e vêem a cidade invadida e queimando. Paran leva os Bridgeburners primeiro, onde conhece Gruntle, que agora é a Espada Mortal de Trake. No dia seguinte, a Face Branca expulsou com sucesso o Pannion Domin da cidade e seguiu o caminho do exército iminente liderado por Dujek e Brood. Paran tem uma visão de Fener sendo atraído para o mundo mortal e é informado por Nightchill sobre a guerra que se aproxima com o Deus Aleijado.

Paran aceita seu papel como Mestre do Convés e acompanha Gruntle aos Thrall, onde eles se encontram com Itkovian. Itkovian sabe que Fener foi substituído por Trake, mas se recusa a desistir de seu juramento. Ele ritualmente corta as mãos de Rath’Fener e espiritualmente tira sua dor, levando consigo as almas dos mortos de Capustan. Isso o mata momentaneamente, mas Paran o traz de volta à vida.

Buke permanece como guarda de Bauchelain e Korbal Broach, recrutando a ajuda dos cidadãos capanos para reduzir os assassinatos de Korbal Broach. O pássaro de barro que Keruli lhe deu transformou-o em um falcão pardal Soletaken, que ele usa para espionar Bauchelain e Korbal Broach, que fazem uma tentativa abortada de sequestrar Anaster. Quando a batalha termina, Buke opta por permanecer um gavião pardal para sempre e voa para longe da cidade em chamas.

O Mhybe ficou tão velho que ela não pode mais andar. Quando ela dorme, ela sonha em ser perseguida por lobos, e quase pega antes de acordar cada vez. Coll e Murillio, ofendidos por terem sido deixados de lado e confinados a uma carroça, decidem roubá-la quando chegarem a Capustan com a esperança de encontrar um padre que lhe conceda um fim digno.

O exército coletivo de Dujek e Brood marcha em direção a Capustan. Silverfox convoca o T’lan Ay,o que causa tensões, dada sua ambivalência em relação ao envolvimento dos T’lan Imass na guerra com os Pannions. É discutido entre o grupo que The Pannion Seer é provavelmente um tirano de Jaghut que trabalha com um K’Chain Che’malle Matron vivo, e que ele provavelmente é um peão do Deus aleijado. Quando Kruppe se orgulha de poder proteger todos do Deus aleijado, Caladan Brood o golpeia com o martelo de Burn. Apesar do terremoto que se seguiu, Kruppe está ileso, provando a todos que ele tem a proteção de um Deus Mais Velho. Whiskeyjack e Dujek concordam em permanecer focados no Vidente Pannion e permitir que os vários ascendentes lidem com o Deus aleijado.

Ao encontrar as forças de Pannion fora de Capustan, Brood descobre que a proclamação fora da lei era falsa, a fim de obter uma aliança com Brood e o resto. Anomander Rake diz que já sabia disso, mas escolheu se aliar aos Malazans porque eles eram a única força interessada em ver a paz ser trazida para as terras de Pannion. Rake usa sua forma Eleint para assustar os Tenescowri, e Anaster é feito refém. O Barghast White Face decide acompanhar o exército para ver o Pannion Seer morto. As Espadas Cinzentas, agora juradas a Togg e Fanderay, optam por vir também, assim como a milícia de Gruntle. Eles decidem dividir suas forças e se encontrarem em Coral, que parece ser o local onde a batalha final será travada.

O Segundo Encontro do T’lan Imass acontece. Silverfox procura dar aos guerreiros mortos-vivos um novo inimigo para lutar, mas eles pedem para serem liberados do ritual. Silverfox os acusa de abandoná-la e se recusa a libertar até o T’lan Ay.

Quick Ben, auxiliado por Talamandas, recebe a proteção dos deuses Barghast para usar suas guerras sem ser afetado pelo veneno de Deus aleijado. Hood diz a ele que Paran, como o mestre do baralho, tem a capacidade de negar a legitimidade de Deus aleijado no baralho dos dragões. Paran pensa que legitimar a Casa das Correntes obrigará o Deus aleijado a jogar pelas mesmas regras que o resto do panteão.

Inveja, os Seguleh, Baaljagg e Garath estão lutando através de Omtose Phellack para encontrar Toc, o Jovem e o Vidente Pannion. Ao atravessar um mar enfeitado de icebergs, eles encontram uma fêmea de T’lan Imass chamada Lanas Tog, que está respondendo à convocação de Silverfox com notícias de duas nações de T’lan Imass que foram praticamente destruídas durante uma guerra com humanos.

LIVRO QUATRO: MEMÓRIAS DE GELO

Os exércitos contra o Vidente se dividiram com os Barghast e os Malazans viajando para Setta, e as forças de Tiste Andii e Brood indo para Lest. Eles planejam se encontrar em Maurik, mas Dujek e Whiskeyjack dividem suas forças ainda mais, enviando os Bridgeburners e metade do exército diretamente para Coral. O plano deles é interromper qualquer emboscada que o Vidente tenha feito para as forças de Brood.

Isso causa alguma tensão quando Brood descobre, Kallor lançando acusações venenosas de falsidade desde o início. Ao longo do caminho, as tensões aumentam ainda mais quando Korlat e os Grandes Corvos declaram que são incapazes de alcançar o Anomander Rake. Ao chegar a Maurik, o Whiskeyjack se oferece para se mover em um ritmo cansativo, a fim de apoiar o ataque preventivo de Dujek. Korlat, seu irmão Orfantal e Kallor o acompanham. Antes de se separarem, as Espadas Cinzentas tiram Anaster da custódia dos Malazans, e a Bigorna Escudo, Velbara, afasta sua dor, deixando-o com uma concha vazia.

Os Bridgeburners se deslocam à noite por quorl diretamente para Coral. Paran faz de Picker um tenente e a coloca no comando dos Bridgeburners no caso de sua ausência. Twist se aproxima de Paran, perguntando sobre os deuses Barghast, e diz a ele que os Moranth e os Barghast se dividiram depois que os Moranth fizeram as pazes com seu inimigo por toda a vida, o Tiste Edur.

Ao longo do caminho, os Morantes Negros encontram uma Tiste Edur morta que parece ter sido jogada diretamente em uma vala de profundidade perto de Coral Bay, chamada Ortnal’s Cut. Quick Ben e o Black Moranth postulam que os Tiste Edur estão buscando o verdadeiro Trono das Sombras.

Paran, usando suas novas habilidades como Mestre do Convés, encontra o Trono das Sombras, que o avisa que os Tiste Edur têm um imperador louco que procura matar a Mãe Negra. Paran tenta viajar para Anomander Rake, mas se encontra dentro de Dragnipur. Ele conhece Draconus, que explica que Dragnipur era originalmente um método para Dark se proteger do caos.

Paran pode ver uma enorme tempestade de magia caótica à distância avançando em direção à carroça. Draconus diz que Rake deve enviar mais almas para puxar a carroça mais rápido, mas a espada deve inevitavelmente ser quebrada. Paran tenta encontrar Rake, mas desmaia quando sente um esquecimento esmagador. Ele acorda e diz a Quick Ben que Rake se foi.

Ao chegarem a Coral, os Bridgeburners destroem toda uma companhia de tropas de Pannion. Por sua vez, 30.000 soldados do Pannion estão dispostos fora da cidade. Dujek então chega com 6.000 soldados. Uma batalha campal é travada com os malazanos Agora, graças à magia de Quick Ben, às munições de Moranth e às habilidades de Paran como Mestre do Baralho. A decisão é tomada para entrar na cidade e tomar a torre central. Os Bridgeburners são enviados primeiro para derrubar os muros e debilitar a força do Seer de condores enfeitiçados. Quando eles entram, eles encontram a fortaleza cheia de K’chain Che’malle K’ell Hunters. Quando a força principal de Dujek chega, a fortaleza sopra, e Picker lidera os Bridgeburners para distrair os Caçadores K’ell. Isso prova ser uma escolha mortal, e muitos dos Bridgeburners morrem na batalha que se seguiu. Paran e Quick Ben se posicionam no telhado da torre. Tool chega e os Bridgeburners o seguem dentro da fortaleza. Dentro da Fortaleza, Picker conhece Lady Envy, que chegou com Lanas Tog, Baaljagg e Seguleh. Os Bridgeburners sofrem perdas graves, e apenas seis deixam a fortaleza viva.

Whiskeyjack e Korlat chegam com as tropas exauridas de Malazan e o White Face e Ilgres Barghast. Eles enfrentam uma força de 800 K’chain Che’malle. Silverfox aparece subitamente com o T’lan Imass. Kallor – em aliança com o Deus aleijado – ataca Korlat e Artanthos, e faz uma tentativa de matar Silverfox. No entanto, Whiskeyjack impede com sucesso o ataque de Kallor ao custo de sua própria vida. Kallor é finalmente rechaçado por Artanthos, que estava realmente Tayschrenn disfarçado. As tropas de Malazan são surpreendidas pela perda de seu comandante, e Korlat está em choque com a tristeza.

Gruntle, Stonny, Itkovian, as Espadas Cinzentas e a Legião de Trake chegam logo após a morte de Whiskeyjack, e Itkovian é atraído para o T’lan Imass. Para horror de Silverfox, ele diz que os abraçaria e sofreria a dor deles. Como um, todos se ajoelham, ignorando a batalha.

Enquanto uma violenta tempestade se forma no céu sobre Coral, a empresa de Gruntle assume a forma de um enorme tigre Soletaken e se junta às Espadas Cinzentas em um ataque direto contra o K’chain Che’malle. Os Tiste Andii e Tayschrenn os apóiam com feitiçaria. Brood chega logo depois e exige que Korlat ligue para Anomander Rake. Korlat diz que Rake está morto, e Brood levanta o martelo de Burn, pronto para acabar com tudo para destruir o Vidente.

Em Capustan, Coll e Murillio levam o Mhybe ao Templo de Hood. O guerreiro sem nome constrói um sarcófago para ela ser colocada. Os dois Darus ficam perplexos e com medo, especialmente quando K’rul, um deus mais antigo conhecido por seus rituais de sangue, entra no templo. K’rul diz a Coll e Murillio que os sonhos da Mhybe se tornarão um novo mundo, um mundo em que ela será jovem novamente.

Toc the Younger, quebrado fisicamente e mentalmente, ainda é mantido pelo Vidente. Ele sente o espírito de Togg lutando para se libertar de seu corpo. O Seerdomin que lhe mostrou bondade antes o coloca fora do alcance da matrona e lhe dá comida e água. Quando o cerco está em pleno vigor, Toc observa o Vidente criar um Finnest usando o poder retirado da matrona e depois sair.

Os sons da batalha se enfurecem ao redor dele, e Tool entra na sala. Ele pega Toc, chamando-o de Aral Fayle mais uma vez, e começa a tirá-lo do complexo. Eles são parados por Mok, que desafia Tool. Toc assiste o duelo e consegue se levantar e se matar caindo sobre um pedaço de entulho.

O uivo de Togg é ouvido em toda a cidade. Tool é superada pelo Seguleh Third, mas Kilava o salva subjugando Mok magicamente. Ela continua matando-o depois que Tool pede que ela não o faça. Lanas Tog os conhece e eles vão encontrar o Silverfox. Baaljagg chega e Kilava a envia para o Warren de Tellann para encontrar seu companheiro.

Enquanto Togg uiva, o T’lan Ay se ergue e abate o K’chain Che’malle. Ninhada abaixa o martelo.

Enquanto está no telhado da torre, Quick Ben sente Kurald Galain e voa a si e a Paran em uma varanda de frente para a baía. Eles vêem o Vidente com seu Finnest e a Matrona.

A tempestade se quebra, revelando o céu limpo, mas o gelo na baía explode e o Spawn da Lua entra em erupção na água. Paran percebe que Anomander Rake havia escondido a montanha flutuante em Ortnal’s Cut, e desce sobre Coral com uma revelação completa de Kurald Galain.

Os Jardins da Lua de Anomander Rake colide com a fortaleza, matando a Matrona. Kilava entra e tenta atacar o Vidente, mas Quick Ben a impede e, em seguida, ataca o Vidente. Ele leva Paran e o Vidente com ele através de um warren e Kilava segue. A fortaleza é totalmente destruída pelo Spawn de Moon, que cobre Coral em uma escuridão que permanece.

Em seu abraço espiritual, Ikovian percebe que os T’lan Imass se lembram de suas vidas passadas. O Ritual de Tellann os forçou a andar como revenants insensíveis por 300.000 anos com essas memórias ainda intactas. O desgosto e a perda ameaçam esmagá-lo, mas Pran Chole fala sobre um lugar onde ele pode tirar as memórias. Itkovian se encontra em um mundo de sonhos, e Pran Chole diz a ele que as memórias retornarão a vida ao reino. As memórias caem na terra como uma tempestade de granizo, e Itkovian pede para tirar o sofrimento,

tristeza e dor do T’lan Imass. Eles perguntam o porquê, mas ele não tem resposta, apenas falando de compaixão dada livremente. Quando a dor deles se instala nele, ele morre.

Dentro do mundo dos sonhos, a Mhybe se move em direção à gaiola de ossos, onde ouve o uivo agonizante de uma fera. As lembranças do T’lan Imass caem no chão como uma tempestade de gelo, e Kruppe a ajuda a entrar na gaiola e implora que ela a toque. Quando ela toca, Toc morre e Togg explode na vida. Seu uivo triunfante é recebido pelo do T’lan Ay. O Mhybe desmaia. Togg é acompanhado por Fanderay e eles correm em direção a seus tronos.

Silverfox caminha no mundo dos sonhos Tellann e encontra os espíritos de Rhivi. Seus planos de usar o mundo dos sonhos para devolver sua mãe à juventude estão todos em ruínas depois que Itkovian abraçou o T’lan Imass.

Ela é tão amarga com a sensação de fracasso que, quando os espíritos de Rhivi dizem que ela ainda pode salvar sua mãe, ela se afasta de vergonha em vez de falar com ela. Tool e Lanas Tog conhecem Silverfox, e Tool pede que ela devolva o Ay à vida.

Ela o faz, e Tool pede que ela o devolva à vida também. Ela faz. Lanas Tog então leva Silverfox para o resto do T’lan Imass, e ela se oferece para desfazer o Ritual de Tellann. Eles ainda não disseram, falando em planos de acompanhar Lanas Tog para resgatar seus parentes presos na guerra distante. Silverfox pede para acompanhá-los. Pran Chole diz a ela que o presente de Itkovian permitirá que eles retornem às suas memórias quando o Ritual for finalmente desfeito, algo que eles não esperavam.

O Mhybe acorda e vê os Espíritos Rhivi, Togg, Fanderay e T’lan Ay. As memórias do T’lan Imass trouxeram vida inesperada ao reino, e o Mhybe viverá, jovem e imortal. Togg pede que ela devolva a alma de Toc ao reino mortal. Toc acorda no corpo de Anaster e é feita a Espada Mortal de Togg e Fanderay. Ele conhece Gruntle e os dois se tornam amigos rápidos, ambos inquietos com seus novos títulos. A recém-mortal Tool também cumprimenta Toc, mas não revela sua identidade.

A batalha terminou, 800 Hostes de Onearm sobreviveram. O Tiste Andii decidiu permanecer em Coral. Caladan Brood está disposto a dar aos Malazans tudo o que eles querem após o sacrifício. O Anomander Rake se oferece para permitir que Whiskeyjack e os Bridgeburners sejam enterrados no Spawn da Lua, que está morrendo. Dujek e Picker, na ausência de Paran, aceitam isso.

Rápido Ben, Paran, Kilava, Talamandas e o Vidente viajam para Morn, onde descobrimos que o Vidente era um dos filhos de Jaghut que Kilava enviou para o Aluguel antes do Ritual de Tellann. Ben Rápido diz que eles podem usar o Finnest para selar o Aluguel e salvar a irmã do Vidente que ainda está presa dentro do Aluguel.

O Vidente e sua irmã podem viver no reino de Burn, onde podem revelar Omtose Phellack sem que os T’lan Imass os sintam. As temperaturas de gelo e congelamento de Omtose Phellack também retardarão o veneno de Deus aleijado.

Eles viajam para o lugar onde Quick Ben soube do envenenamento de Burn e conhecem a Bruxa de Tennes, que planeja ficar com o Vidente para ficar de olho nele. Quick Ben comenta como o reino de Burn agora é o lar de um novo warren, cheio de memórias de gelo.

Paran e Quick Ben retornam aos Malazans e visitam o Moon’s Spawn para ver o local de descanso final de Whiskeyjack e Bridgeburners. Paran os abençoa, e uma luz misteriosa brilha em seus caixões quando ele sai.

O funeral de Itkovian começa como um assunto modesto, mas acaba sendo assistido por todos os grupos que participaram da batalha. O T’lan Imass vem e cada um joga um pequeno presente no túmulo de Itkovian. Os presentes formam um carrinho de mão investido na feitiçaria Tellann e nunca desmoronam.

Dujek diz a Paran e aos seis Bridgeburners restantes que ele está devolvendo o pagamento por uma empresa inteira, o suficiente para permitir que cada um deles se aposente em lazer. Ele fará um relato de que todo último Bridgeburner morreu, embora Quick Ben seja um High Mage. Dujek chama Paran de Bridgeburner pela primeira vez.

Hetan e Cafal partem com o resto dos Barghast e se deparam com o agora mortal Tool e Kilava. Hetan e Tool se tornam amantes.

EPÍLOGO

Paran se muda para a Casa dos Finnest, onde Raest ainda mora. Os seis sobreviventes Bridgeburners, Picker, Blend, Antsy, Mallet, Spindle e Bluepearl compraram um templo em K’rul no Darujhistan e o transformaram em uma taberna (financeiramente desastrosa).

O historiador imperial Duiker, ressuscitado após os eventos de Deadhouse Gates, ficou com eles, mas não falou.

Uma noite, com Paran, Coll, Murillio, Kruppe e Baruk, Duiker finalmente quebra o silêncio e começa a contar aos Bridgeburners a história de Coltaine e a Cadeia de Cães.

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