Malazan Book of the Fallen #1 | Gardens of the Moon (Jardins da Lua) – Steven Erikson | Resenha, Citações, Mapas, Ilustrações e Resumo | NITROLEITURAS – Guia Tio Nitro da Saga Malazan #resenha #releitura #malazan

O início do meu projeto MALAZAN SAGA, uma releitura de todos os livros da saga Malazan – Book of the Fallen, com minhas novas resenhas e um sumário da trama com SPOILERS, para divulgar mais a saga no Brasil, visto que acho difícil que todos os livros sejam publicados. Além dos livros da série Malazan – Book of the Fallen do Steven Erikson, irei ler e fazer o mesmo com os seis livros do Ian Esselmont, a série Malazan Empire. Com isso, espero ampliar mais o conhecimento dessa fantástica série de Fantasia Épica Sombria e Brutal no Brasil!

Aqui no Brasil, até o momento, da série principal, só foram lançados os dois primeiros livros – Jardins da Lua e Portais da Casa dos Mortos, pela editora Arqueiro (que detém os direitos da série Livro Malazano dos Caídos). Da série paralela de Esslemont, só este, que é o primeiro, foi lançado, pela editora Cavaleiro Negro (que detém os direitos dessa série e da série O Caminho para Ascendência, que conta a história de Kellanved e Dançarino e o início de seu Império Malazano, também lançado no Brasil o primeiro livro – Lamento de Dançarino).

GUIA TIO NITRO DA SAGA MALAZAN 

Malazan Book of the Fallen #1 | Gardens of the Moon (Jardins da Lua) – Steven Erikson

Malazan Book of the Fallen #2 | Deadhouse Gates (Os Portais da Casa dos Mortos) – Steven Erikson

Gardens of the Moon (Jardins da Lua) – Steven Erikson | Malazan Book of the Fallen #1 | 675 pgs., Tor Books (2005), 1ed. (1999) | Lido de 16.06.20 à 24.06.20 | NITROLEITURAS – MALAZAN SAGA #resenha #releitura #malazan

SINOPSE

O Império Malazan fervilha de descontentamento, secado pela guerra interminável, lutas amargas e confrontos sangrentos com o formidável Anomander Rake , senhor do Spawn da Lua e seu Tiste Andii . Até as legiões imperiais, há muito tempo dedicadas ao derramamento de sangue, anseiam por algum descanso. No entanto, o domínio da imperatriz Laseen permanece absoluto, imposto por seus terríveis assassinos, os Talons .

Para o sargento Whiskeyjack e seu esquadrão de Bridgeburners , e para Tattersail , feiticeira sobrevivente da Segunda Legião, as consequências do cerco a Pale deveriam ter sido um momento para lamentar os muitos mortos. Mas Darujhistan , a última das Cidades Livres de Genabackis , ainda se mantém firme e é para essa cidadela antiga que Laseen vira seu olhar predatório.

No entanto, parece que o Império não está sozinho neste grande jogo. Forças sinistras e sombrias estão se reunindo enquanto os próprios deuses se preparam para jogar suas mãos …

Gardens of the Moon é o primeiro romance da série épica de fantasia Malazan Book of the Fallen . Foi escrito por Steven Erikson em 1991 e extensivamente revisado por vários anos antes de ser publicado pela Bantam Books em 1º de abril de 1999 na Grã-Bretanha e no Canadá. Em 2000, foi indicado ao World Fantasy Award como um dos melhores romances de fantasia do ano. Em 28 de dezembro de 2004, a Tor Books o lançou nos Estados Unidos e, desde então, foi relançado em várias edições e em muitos países.

Como todos os livros de Erikson, Malazan, Gardens of the Moon tem várias histórias em camadas que se entrelaçam. No nível inferior, há um grupo eclético de darujhistanies que tentam resolver seus próprios problemas, enquanto o império expansionista Malazan e seus aliados Moranth tentam conquistar as últimas Cidades Livres de Genabackis : Pale e Darujhistan . Eventualmente, Pale cai em uma enorme facada feiticeira, mas à custa de muitos dos melhores do Império. Os Malazans então se voltam para o Darujhistan, que se mostra muito mais difícil de conquistar. Uma luta pelo poder no nível mais alto do Império se agita enquanto a Imperatriz tenta consolidar seu reinado, enquanto os deuses e os ascendentes aplicam suas próprias maquinações.

O livro apresenta um grande elenco de personagens. Os principais personagens de Malazan são Ganoes Paran , um jovem nobre que se tornou oficial do exército; Whiskeyjack e seus soldados de elite, os Bridgeburners ; Tattersail , uma feiticeira militar e adivinhadora; e Adjunto Lorn , o agente pessoal da Imperatriz. Em frente aos Malazans estão os cidadãos do Darujhistan: Kruppe , Crokus e o Phoenix Inn Regulars , e Baruk , o Alto Alquimista com o resto da Cabala de T’orrud . Enquanto isso, Anomander Rake em sua fortaleza flutuante nas montanhas Moon’s Spawn ;Shadowthrone , o governante possivelmente insano do Warren of Shadow ; e Oponn , os bobos da sorte, são os principais com ascendentes com seus próprios motivos.

RESENHA

Foi muito interessante a releitura do primeiro volume da saga Malazan, Book of the Fallen. Com toda a história já conhecida, e com o mundo de Malazan já muito explorado, o que antes, na primeira leitura, era misterioso fica claríssimo.

A técnica do Erikson de escrever um capítulo e depois, nas reescritas, ir retirando pedaços até deixar o essencial para uma leitura, fica muito clara. A estrutura do livro, que o autor já disse ter se baseado na série Duna de Frank Herbert, fica evidente ao lançar o leitor diretamente na ação, sem nenhuma preparação ou preâmbulo.

Isso faz com que a construção do mundo seja orgânica e desafiadora. O leitor vai tateando até se encontrar já totalmente dentro do mundo. Sei que isso é uma barreira para muitos leitores, mas a recompensa dos que seguem em frente, principalmente por causa da construção de personagem excelente, do modo como Erikson coloca mistérios por todas as partes e como TODOS esses mistérios estão amarrados entre si.

E isso é o que mais me impressionou. Desde o começo, todas as sementes narrativas da saga Malazan são colocadas no primeiro livro. Encontrei referências e pontos de contato para TODAS as narrativas da saga de dez volumes com uma média de 300 a 400 mil palavras cada!

É MEDONHO esse tipo de coisa, o grau de controle do Erikson é quase sobrenatural, e falo isso com base na minha experiência com a escrita da trilogia Legião, do cenário e do primeiro romance, o Marca da Caveira. É preciso muita disciplina para manter essa coerência de informações e ao mesmo tempo, manter a narrativa imprevisível.

Gardens of the Moon ou Jardins da Lua serve como uma introdução de um complexo universo Malazan. Mas a curva de aprendizado é brutal, é um livro que exige muito do leitor. É livro que você descobre enquanto lê, porque Erickson não explica tudo. A exposição e contextualização é misturada no meio da narrativa, e o leitor precisa estar muito atento aos detalhes.

Entretanto, recomendo a leitura do Gardens of the Moon em conjunto com consultas ao fabuloso site Encyclopedia Malazica ( https://malazan.fandom.com/wiki/Malazan_Wiki ) para acelerar a curva de aprendizado. Entretanto, você correrá o risco de descobrir spoilers, mas, compensa muito!

A complexidade do mundo de Malazan irá se descortinar aos seus olhos e você verá porque Malazan conquistou fãs dentre os leitores mais exigentes em relação a fantasia épica!

Gardens of the Moon, apesar de fantástico e muito acima da média de romances de fantasia brutal e sombria, ainda não tem o mesmo impacto emocional de outros livros da saga, pois Erickson ainda estava descobrindo seu estilo, mas mesmo assim impressionará, acredito, leitores veteranos de fantasia.

Com base na minha releitura, Gardens of the Moon fará mais sentido em retrospectiva, principalmente em uma releitura depois de terminada a saga. Muitas coisas que achei complexas na primeira leitura ficam muito simples, quando já se sabe das facções e dos arcos narrativos seguintes.

O que posso dizer é que Erickson fecha TODOS os mistérios ao longo da Saga Malazan!

Gardens of the Moon, assim como toda a saga Malazan, se insere no gênero de Alta Fantasia, ou seja, com muita magia. Entretanto, o livro é totalmente dentro do estilo Grimdark, ou Fantasia Brutal e Sombria, e um dos melhores exemplos do Epic Grimdark, ou Fantasia Brutal, Sombria e Épica.

Quase todo personagem tem alguma habilidade em que se destaca, ao mesmo tempo que são construídos com realismo psicológico e moralidade cinzenta. A construção do mundo é sofisticada, com Erickson aplicando seus conhecimentos de antropologia, além de uma sensibilidade literária elevada e com um elenco de personagens têm suas próprias ambições, desejos, e moralidade complexa e mais madura do que na maioria dos romances de fantasia.

Um dos detalhes mais marcantes da saga Malazan, e que me influenciou na escrita do Legião RPG e no Marca da Caveira, é que não há uma distinção clara entre o bem e o mal. Alguns dos grupos que você pensaria que se alinhariam na verdade brigam entre si, tornando o cenário mais crível e interessante.

As raças ou espécies do mundo de Malazan são variadas e bem diferentes entre si em termos culturais, inexistindo raças tradicionais como orcs ou elfos.

O sistema mágico merece menção especial, pelo conceito dos Warren, que são ao mesmo tempo uma energia mágica com certo padrão, seja necromancia, destruição, luz, sombras, etc, mas que também são dimensões paralelas, e que, quando abertos, alteram a realidade ao redor de onde está o mago.

Quando os magos de Erikson estão por perto, coisas incríveis acontecem e quando a magia é desencadeada, o estalo no ar é palpável e desgastante.

Ou seja, tudo é doidimais!

Recomendadíssimo, principalmente para a releitura. Entretanto, para os leitores novos de Malazan, recomendo, ao longo da leitura, consultar a The Encyclopedia Malazica https://malazan.fandom.com/wiki/Malazan_Wiki , uma wikipedia de Malazan. Dessa forma, apesar de sofrer com spoilers, você irá acelerar sua curva de aprendizado do mundo de Malazan!

O resumo da trama COM SPOILERS, está logo depois das IMAGENS da saga Malazan!

MAPAS

CITAÇÕES

“Agora, essas cinzas esfriaram, abrimos o livro antigo.
Essas páginas manchadas de óleo narram os contos dos Caídos,
um império desgastado, palavras sem calor. A lareira
diminuiu, seu brilho e a faísca da vida são apenas lembranças
contra os olhos sombrios – o que me fez pensar, o que matiz meus
pensamentos quando abro o livro dos Caídos
e respiro profundamente o perfume da história?
Ouça, então, essas palavras transmitidas por essa respiração.
Essas histórias são histórias de todos nós, mais uma vez.
Somos revividos na história e isso é tudo, sem fim, isso é tudo.”

Diga-me, Tool, o que domina seus pensamentos?
O Imass encolheu os ombros antes de responder.
– Penso em futilidade, adjunto.
– Todo mundo pensa em futilidade?
‘Não. Poucos pensam.
‘Por que é que?’
O Imass inclinou a cabeça para um lado e a observou.
Porque adjunto, é inútil.

“Ambição não é uma palavra suja. Mije em compromisso. Vá para a garganta.

“Toda decisão que você toma pode mudar o mundo. A melhor vida é aquela que os deuses não percebem. Você quer viver livre, garoto, viver em silêncio. ”
” Eu quero ser um soldado. Um herói. ”
” Você vai crescer com isso. ”

“Ben Adaephon Delat”, disse Pearl, melancolicamente, “veja o último que vem. Você me manda para a minha morte. –
Eu sei – sussurrou Quick Ben.
– Fuja então. Vou segurá-los o suficiente para garantir que você não escape mais. –
Quick Ben afundou no telhado.
Antes que ele passasse de vista, Pearl falou de novo. – Ben Adaephon Delat, você tem pena de mim?
– Sim – ele respondeu suavemente, depois girou. e caiu na escuridão. ”

“Aperte o punho o quanto quiser, mas morto está morto.”

“As palavras são como moedas – vale a pena acumular.”
“Até você morrer em uma cama de ouro”, disse Paran. ”

“Muitos arrependimentos. Oportunidades perdidas – e com cada uma delas passando, menos humanos todos nós nos tornamos e mais profundamente no pesadelo do poder que todos nós afundamos. ”

A imperatriz espera obediência de seus servos e exige lealdade. ‘Qualquer governante razoável teria a expectativa e a demanda ao contrário. ”

“A ira autojustificada havia plantado mais cadáveres no chão do que um império poderia reivindicar”

“ Sombra alta da casa e uma faca no escuro. Um novo jogo começou ou o antigo acabou de virar. ”

“Convergência”, disse Tool. “O poder sempre atrai outro poder.”

“Ela já tinha visto todos eles antes, aqueles rostos. Ela conhecia todos eles, conhecia o som de suas vozes, sons atolados em emoções humanas, sons claros e puros de pensamento, e sons oscilando naquele abismo entre os dois. Será que isso é meu legado? E um dia serei apenas mais um desses rostos, congelados na morte e maravilha.

“Tenho certeza que eles eram bons homens, os que você perdeu.” “Bom em morrer”, disse ele.

“A maldição da escalada é descobrir o quão grande a distância a escalar ainda.”

“Quais são os deuses, afinal, senão as vítimas perfeitas?”

“Durante toda a vida, lutamos pelo controle, por um meio de moldar o mundo ao nosso redor, uma eterna e desesperada caçada pelo privilégio de poder prever o formato de nossas vidas.”

“Ouvi dizer que os nativos da Seven Cities cultivam frutas apenas para que possam comer as larvas nelas”.
– Steven Erikson, Jardins da Lua

“A moralidade não era relativa, eles alegavam, nem mesmo existindo apenas no reino da condição humana. Não, eles proclamaram a moralidade como um imperativo de toda a vida, uma lei natural que não era nem os atos brutais de feras nem as elevadas ambições da humanidade, mas algo a mais, algo inatacável. ”

“Ele formou um tipo de império, desprovido de cidades, mas atormentado pelos infindáveis ​​dramas da sociedade, suas vitórias patéticas e falhas inevitáveis. A comunidade de Imass escravizados prosperou nesse atoleiro de mesquinharia. Eles até conseguiram se convencer de que possuíam liberdade, uma vontade própria que poderia moldar o destino. Eles elegeram campeões. Eles derrubaram seus campeões assim que o fracasso o envolveu. Eles corriam em círculos intermináveis ​​e chamavam de crescimento, emergência, conhecimento. Enquanto sobre todos eles, uma presença invisível aos olhos deles, Raest flexionou sua vontade. Sua maior alegria veio quando seus escravos o proclamaram deus – embora eles não o conhecessem – e construíram templos para servi-lo e organizavam sacerdócios cujas atividades imitavam a tirania de Raest com tanta ironia cósmica que o Jaghut só podia balançar a cabeça. ”
– Steven Erikson, Jardins da Lua

“O segredo mais próximo é aquele que nunca envelhece com a idade.”

“Muito tempo atrás, havia escolhas que ele poderia ter feito que o levariam a um caminho diferente. Mas aqueles dias estavam mortos, e o futuro continha apenas noites, um trecho de escuridão que levava à escuridão eterna. Ele conheceria Vorcan, eventualmente, e juraria sua vida ao Mestre da Guilda, e seria isso, o fechamento da porta final. E seu sentimento de indignação pelas injustiças ao seu redor, as corrupções do mundo, murcharia nos túneis apagados sob o Darujhistan. Na exatidão dos métodos de assassinato, sua vítima final seria ele mesmo.

“É a ironia da vida”, proclamou Kruppe, erguendo uma mão cheia de massa sobre a cabeça, “que se aprende a desconfiar do óbvio, rendendo-se a suspeitas insidiosas e conclusões confusas. Mas, Kruppe é enganado? Uma enguia pode nadar? Hurrah, essas aparentes águas barrentas abrigam Kruppe e seus olhos estão arregalados de maravilha. ””

Tattersail sorriu. “A única morte que eu temo é morrer ignorante.”

Dizem que aqueles a quem os deuses escolhem, primeiro se separam dos outros mortais – por traição, arrancando de você o sangue vital de seu espírito. Os deuses levarão todos os seus entes queridos, um a um, à morte. E, à medida que você endurece, à medida que se torna o que eles procuram, os deuses sorriem e assentem. Cada empresa que você evita o aproxima mais deles. É a forma de uma ferramenta, filho, o estímulo e o puxão, e o socorro final que eles oferecem é acabar com sua solidão – o próprio isolamento que eles ajudaram a criar. ”

“Continue jogando, mortal. Todo deus cai nas mãos de um mortal. Esse é o único fim da imortalidade. ”

“Os soldados não têm nada pelo que esperar, tornando a paciência uma virtude fácil, e às vezes não é apenas uma virtude, mas uma competição de indiferença.”

“Nenhuma alma pode suportar os ossos da luz do sol, e a razão diminui quando a escuridão cai – então modelamos carrinhos de mão para você e sua família.” “Perdoe minha interrupção, então”, disse eu. “Os mortos nunca interrompem”, disse. o pedreiro “, mas eles chegam”.

IMAGENS DA SAGA MALAZAN

RESUMO DA TRAMA (ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS!)

Traduzido de Malazan Wiki

O romance abre no 96º ano do Império Malazan, durante o último ano do reinado do imperador Kellanved .

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O jovem Ganoes Paran testemunha o saque do Bairro dos Ratos da cidade de Malaz , onde Surly , comandante da Garra (a organização de inteligência do Império Malazan), está liberando e executando feiticeiros não registrados. Paran também testemunha um confronto entre Surly (agora chamada Laseen, ou ‘Thronemaster’) e Whiskeyjack , comandante do 3º Exército de Malazan , onde sua antipatia mútua é confirmada. Paran quer ser um soldado quando crescer, para desaprovação de Whiskeyjack.

Sete anos se passam e Laseen agora governa como Imperatriz. Dois novos Ascendentes apareceram no panteão – Ammanas (Trono das Sombras) e Cotilhão (A Corda) – que assumiram o controle da Casa das Sombras e agora estão planejando a morte de Laseen. Cotillion possui uma jovem pescadora, assumindo o nome de Sorry , que mora na província de Itko Kan , no continente Quon Tali, e faz com que ela se junte ao 2º Exército de Malazan , que está lutando no continente Genabackis como parte de um esquema de longo alcance para obtê-la. perto da imperatriz. Ammanas desencadeia os terríveis Hounds of Shadow para acabar com um regimento de cavalaria Malazan nas proximidades, para desviar a atenção da feitiçaria usada na área. Adjunto Lorn, assessora pessoal da imperatriz, não se deixa enganar e recruta Ganoes Paran, agora tenente, para ajudá-la a rastrear a pescadora desaparecida.

1163 Sono de Burn, dois anos depois. O 2º Exército de Malazan, sob o Alto Punho Dujek, sitia a cidade de Pale , uma das únicas duas Cidades Livres que ainda restam no caminho dos Malazans. Pale está resistindo graças a uma aliança com o poderoso Anomander Rake , o Senhor do Spawn (uma fortaleza flutuante), comandante da raça não humana de Tiste Andii , e seus próprios aliados, o príncipe K’azz D’Avore da Guarda Carmesim e o poderoso senhor da guerra Caladan Brood e suas tropas. D’Avore, Brood e suas tropas foram levadas para o norte por esforços renovados do 5º Exército de Malazan para capturarFloresta Blackdog , deixando Rake vulnerável a ataques.

A decisão é tomada para atacar o Spawn da Lua. Durante a batalha, vários dos Magos do Império são aparentemente mortos por fogo amigo. Apenas Tayschrenn e Tattersail , comandante do 2º grupo de magos , sobrevivem. O Spawn de Moon é lançado na batalha e foge para o sul. Quedas pálidas e os aliados dos Malazans , os Moranth (criadores e fornecedores de explosivos), saquearam a cidade. Sem o conhecimento de Tayschrenn, os Bridgeburners (uma unidade de elite depreciativa, da qual o sargento Whiskeyjack é o comandante) conseguem salvar a alma de um mago moribundo, Hairlocke transfira-o para um novo navio de marionetes. Tattersail concorda em ajudá-los a expor a traição de Tayschrenn.

Durante o mesmo período, Ganoes Paran viaja de navio para Genabackis. Topper , o Clawmaster , visita Paran por meio de warren, entregando ordens para ele assumir o comando dos Bridgeburners. Chegando em Genabaris , Paran viaja com Quorl (uma criatura voadora) com o Moranth Verde até Pale.

Dujek envia os Bridgeburners para o Darujhistan, último sobrevivente das Cidades Livres, para estabelecer as bases para o ataque de Malazan. O recém-promovido Capitão Ganoes Paran chega para assumir o comando dos Bridgeburners, mas ele é quase imediatamente assassinado por Sorry. Oponn , deus da sorte, intervém e providencia para que Paran sobreviva. Os Bridgeburners partem para o Darujhistan sem ele.

Tattersail ajuda Paran a voltar à saúde. Enquanto se recupera, Paran evita um ataque à feiticeira por um Cão das Sombras .

Kruppe tem um de seus sonhos em que conta à platéia de mendigos que a moeda cairá naquela noite.

Crokus Younghand rouba a propriedade D’Arle mais ou menos ao mesmo tempo que um dos membros da Darujhistan ‘s Aliança Assassins’ , Talo Krafar , é emboscado por um inimigo desconhecido. Quando Crokus foge, Talo, que confunde o ladrão com o agressor, atira nele. Nesse exato momento, Crokus ouve uma moeda cair e se inclina para pegá-la, o que salva sua vida. Ele é perseguido por aqueles que atacaram e mataram Talo, escapando várias vezes por pura sorte. Seus perseguidores chegam à conclusão de que um Ascendente está se intrometendo.

Circle Breaker , um espião do The Eel , observa uma reunião entre Turban Orr e o vereador Feder .

The Great Raven Crone visita o alquimista Baruk em nome de Anomander Rake para marcar uma reunião entre eles. Enquanto lá, Baruk permite que ela observe como o vereador Orr o chama. Orr quer que Baruk apóie sua intenção de emitir uma proclamação de neutralidade. O alquimista declina e Orr diz a ele que, mesmo sem seu apoio, a moção será aprovada, pois ele conseguiu a maioria a favor.

Para vingar um amigo, Rallick Nom espera para matar Lady Simtal , mas no último minuto, influenciado por Oponn, Nom mata seu amante, o vereador Lim . Isso inadvertidamente destrói os planos de Orr, já que ele não tem maioria.

Enquanto isso, mais membros da Guilda dos Assassinos são atacados por atacantes desconhecidos.

Anomandro Rake visita Baruk e concorda em uma aliança com ele e seus colegas membros da Cabal .

Whiskeyjack e seu esquadrão chegam à margem norte do lago Azur . Considerando a tarefa atribuída como suicida, Whiskeyjack informa aos Bridgeburners que eles implementarão seu próprio plano de se infiltrar e derrubar o Darujhistan. Ben Rápido, usando suas garantias, conhece Hairlock, que o atualiza sobre os eventos em Pale. Depois, Quick propõe algo para Whiskeyjack e Kalam, o que sacode os dois. Os Bridgeburners começaram a atravessar o lago.

Na planície de Rhivi , Toc the Younger encontra o local de uma batalha entre os guardas do adjunto Lorn e um grupo de Barghast . Enquanto isso, a Adjunta e seus guardas restantes estão se posicionando, mas não estão se saindo bem. Lorn é salva pela chegada de Onos T’oolan , um T’lan Imass , e Toc, que seguiu sua trilha. Lorn está com raiva por o T’lan não ter se encontrado com seus dias antes. Toc e o Adjunto voltam para Pale, deixando Onos a caminho.

Tattersail e Paran trocam a pouca informação que têm sobre a situação atual e falam sobre como Paran chegou lá.

Lorn se encontra com Dujek e eles discutem a política local e a campanha militar. Lorn tem uma reunião privada com Tayschrenn, durante a qual ela transmite o descontentamento da Imperatriz com a maneira pouco sutil de lidar com o ataque ao Spawn da Lua. A discussão deles revela que a Imperatriz está se livrando da Velha Guarda e que Tayschrenn está ajudando-a nisso. Dujek, no entanto, é uma das exceções e não deve ser tocado. Tayschrenn informa a Lorn que Oponn pode ter se envolvido em eventos no Darujhistan.

Tattersail suspeita que Paran sabia da vinda de Lorn e que ele trabalha para ela. Lorn tem certeza de que Tattersail é a feiticeira responsável pela morte de seus pais e no jantar daquela noite a desafia. A situação é resolvida por Dujek e Tayschrenn, que lembram a Lorn que ela é a adjunta e tem que deixar para trás seus rancores pessoais. Tattersail é abalado pelo encontro. Ela volta para seus aposentos e confronta Paran com suas suspeitas anteriores. Depois de uma troca franca, Paran pede que Tattersail seja sua amante.

Lorn sai de Pale e encontra Onos T’oolan, que revela muito sobre o T’lan Imass para ela.

Crone voa alto sobre a planície de Rhivi, a caminho de Caladan Brood.

Toc convence Paran que a missão do adjunto não está isolada de Sorry. Eles decidem alcançar Tattersail, que partiu para o Darujhistan para alertar o Whiskeyjack. Devido à influência dos poderes Elder de Tool, viajar por warren é muito difícil para Tattersail.

Ela surge na planície de Rhivi e é confrontada por Bellurdan. Ele não acredita na opinião dela de que Tayschrenn e o adjunto planejam criar um tirano Jaghut. Sua luta termina em uma conflagração que também leva os restos de Nightchill.

À distância, Tool identifica uma série de garantias abertas por Tattersail e Bellurdan, incluindo Starvald Demelain , o primeiro Élder Warren. Ele também sente uma nova presença. Paran e Toc mais tarde encontram o que resta de Bellurdan e Tattersail; Toc encontra rastros de um ser infantil indo para o nordeste.

Crone relata a Caladan Brood na Floresta Blackdog sobre eventos na planície de Rhivi e no Darujhistan. As forças de Brood estão vencendo o Império. Dois dias após a batalha de Tattersail com Bellurdan, Crone sobrevive a um encontro com Hairlock, que tem incinerado os Grandes Corvos com seu Chaos Warren enquanto se dirige para o Darujhistan.

Tool e o adjunto testemunham o voo de Crone. Tool a adverte sobre a complacência contra os poderes desconhecidos.

Interpretação do ancinho anomandro com o Darujhistan em segundo plano por slaine69

[ show ] Epígrafe
Em um dos sonhos de Kruppe, o Imass Bonecaster Pran Chole , o Deus Mais Velho K’rul e Kruppe trabalham juntos para trazer o renascimento de Tattersail a uma mulher Rhivi , que também envolve as almas de Nightchill e Bellurdan.

Desculpe é abalado pela menção da palavra ‘Vidente’; no entanto, Cotillion reafirma sua posse. Sorry segue Kruppe até o Phoenix Inn, onde ela conhece Crokus e onde um incidente o identifica como o portador da moeda.

Baruk descobre em Crone que uma parte desconhecida, provavelmente Malazan, está procurando o carrinho de mão do tirano Jaghut , supostamente localizado nas colinas de Gadrobi . Alarmado com isso, Baruk pede ajuda ao estudioso Mammot e envia seus agentes, Kruppe e amigos, para as colinas para observar qualquer grupo de escavação. Ele diz a Kruppe para levar o Crokus junto para impedir que ele caia nas mãos erradas.

Quick Ben tem uma reunião com Shadowthrone e faz um acordo para eliminar Hairlock.

Anomander Rake envia assassinos de magos de Tiste Andii para derrotar os assassinos da guilda de Darujhiustan. Quick Ben libera um demônio, mas é morto em minutos pelos habilidosos assassinos de mago e Rake.

Crokus visita a propriedade D’Arle e devolve as joias a Challice. Depois de conversar um pouco, Challice o deixa ir. Desculpe o observa.

Tool e Lorn chegam ao carrinho de mão Jaghut. Embora a recontagem de eventos passados ​​de Tool desperte dúvidas na mente de Lorn sobre a sabedoria do que eles estão prestes a fazer, ela decide seguir em frente como planejado.

Kruppe e seu grupo viajam pelas colinas de Gadrobi. Kruppe diz a Crokus que eles estão trabalhando para Baruk e que eles estão tentando observar o que tem os corvos na área circulando acima.

Paran e Toc estão seguindo a trilha de Hairlock, que está deixando Ravens mortos em seu rastro. Eles são emboscados pelo fantoche e Toc é jogado em um Warren desconhecido. Ben rápido, que estava assistindo de longe, passa o paradeiro da marionete, para Shadowthrone, que envia os Hounds que rasgam a marionete.

Lorn se depara com Kruppe e seu grupo e, sem pensar claramente, os ataca sem provocar. A luta deixa Coll ferido e Kruppe e Murillio inconscientes. Eventualmente, percebendo que a luta havia sido desnecessária, Lorn extrai uma promessa de Crokus de cuidar dos feridos e partir para o Darujhistan no dia seguinte. Enquanto isso, Sorry está se aproximando deles.

Tendo terminado com o boneco, os Hounds se voltam contra Paran, mas Rake aparece e mata dois deles com sua espada, Dragnipur. Ele então diz a Shadowthrone para cancelá-los e também ordena que ele se lembre de seu companheiro, resultando em Cotillion desistindo de possuir Sorry. Depois que eles partem, Paran toca o sangue de um dos cães mortos e é transportado para o Warren de Dragnipur, onde encontra uma enorme carroça, puxada pelos mortos com a espada. Com a ajuda de Oponn, ele consegue libertar os Hounds, depois se vê de volta ao mundo real com os corpos dos Hounds agora desaparecidos.

O Desculpe totalmente desorientado tropeça em Crokus e nos outros. Coll reconhece que ela está possuída e diz a Crokus para levá-la ao tio Mammot imediatamente.

Lorn e Tool entram no carrinho de mão e, apesar de suas próprias dúvidas, decidem continuar com o tirano.

No caminho de volta ao Darujhistan, Sorry adota um novo nome, Apsalar. Kruppe e Murillio estão seguindo-os para proteger Crokus e trazer notícias da presença de Malazan a Baruk.

Paran encontra um bando de Rhivi , entre eles uma jovem garota que carrega Tattersail. Eles desaparecem antes que ele possa investigar mais. Ele então encontra o Coll ferido e os dois homens fazem amizade.

Rallick conhece um agente de The Eel que o avisa que Ocelot aceitou um contrato na vida de Coll.

Rake e Baruk têm uma longa reunião durante a qual eles exploram as motivações para as ações de Rake, entre outros. Mais tarde, Baruk o leva ao Mammot adormecido e Rake aponta que o estudioso pode ter chegado muito perto em sua pesquisa e pode ser possuído por tirano.

Meese adverte Crokus que ele é procurado por matar um guarda e aconselha que ele e Apsalar permaneçam escondidos na casa de Mammot. Sem o conhecimento dos três, um assassino de Tiste Andii está vigiando a casa para matar Crokus quando ele sair.

Kruppe e Murillio chegam ao Phoenix Inn. Murillio sai logo depois e é abordado por Circle Breaker, que passa uma mensagem sobre Turban Orr. Enquanto isso, Rallick está caçando Ocelot.

Whiskeyjack diz a Kalam para fazer uma tentativa final de entrar em contato com a Guilda dos Assassinos. Ben rápido não pode rastrear Desculpe. O violinista dá uma conversa moral ao Whiskeyjack.

Paran chega ao portão da cidade com um Coll delirante. Um guarda organiza uma carroça para transportar o homem ferido para o Phoenix Inn. Rallick frustra a tentativa de Ocelot de assassinar Coll e mata o líder do clã.

Serrat recupera a consciência e percebe que foi nocauteada por alguém quando estava prestes a dar um passo no porta-moedas. Ela promete vingança e parte por Warren. Enquanto isso, Crokus e Apslar se mudaram para o sótão do Phoenix Inn.

Um cirurgião está participando de Coll e Paran pensa em quebrar sua espada. Kalam chega e Paran ordena que ele busque o curandeiro do esquadrão imediatamente. Kalam retorna com Whiskeyjack e Mallet, que é capaz de salvar Coll. O sargento usa um dispositivo da época do imperador para entrar em contato com Dujek. Eles trocam atualizações sobre a situação atual em Pale, Darujhistan e Genabackis como um todo. Dujek está prestes a desafiar as ordens da Imperatriz e pretende enfrentar um novo inimigo, chamado Pannion Seer . Paran concorda em ficar com o esquadrão, mas pede para Whiskeyjack permanecer no comando.

Lorn e Ferramenta ter do Jaghut Tyrant finnest e retornar à superfície.

Crokus e Apsalar deixam a estalagem enquanto Serrat é novamente frustrada em sua tentativa de matá-lo.

Rallick chega ao quarto de Murillio. Sua ferida parece ter sido curada a ponto de parecer uma cicatriz de uma semana, mas ele é fraco pela perda de sangue. Murillio suspeita de quem é The Eel e sai para encontrá-lo.

Baruk também quer se encontrar com The Eel e Kruppe concorda em arranjá-lo.

Paran obtém mais informações sobre os planos de Dujeks no Whiskeyjack.

Lorn e Tool se separam enquanto ela se dirige para Darujhistan enquanto Tool permanece para trás para observar o Tirano quando ele surge.

Crokus e Apsalar alcançam o campanário de K’rul, onde encontram o corpo de Jaguatirica. Observando o Spawn de Moon, Crokus vê brevemente cinco enormes formas aladas saindo dele.

Murillio acusa Kruppe de ser a Enguia, mas Kruppe usa magia para fazê-lo esquecer. Baruk percebe que o sobrinho de Mammot é o portador de moedas, embora isso não pareça ser novidade para o estudioso. Rake confirma que Mammot também estará no Fête.

O Circle Breaker troca de turno com um guarda para trabalhar na Fête de Simtal. Lorn encontra os Bridgeburners e assume o comando, o que parece irritar o Whiskyjack.

Ainda outro ataque de Serrat ao porta-moedas é frustrado, desta vez por alguém cuja voz ela reconhece. Ela é informada de que ele está sob os cuidados do príncipe.

Raest deixa seu carrinho de mão e é atacado por Silanah e outros quatro dragões, enquanto Crone observa a luta do ar.

Lorn planta a bolota em um jardim e procura o porta-moedas. Kruppe sente que Crokus tem proteção externa adicional. Ele também considera que sua identidade secreta está prestes a ser revelada, mas não está preocupada.

Crokus e Apsalar estão indo para a propriedade de Simtal, onde, enquanto isso, os Bridgeburners estão se apresentando lá para o serviço de guarda. Kalam ameaça o barkeeper no Phoenix Inn para dizer ao Clã para entrar em contato ou então.

Baruk e Rake chegam à Festa com Rake vestido como um dragão. Rake é apresentado a Orr e Simtal, mas seu nome não significa nada para eles. Murillio e Rallick observam enquanto Kruppe conhece Baruk e seu convidado.

Orr percebe que um dos guardas é o espião que ele estava procurando, mas antes que ele possa chegar ao homem, Rallick provoca Orr em um duelo. Enquanto isso, Murillio seduz Simtal. Os grupos de duelos se mudam para o terraço e Rake se oferece para ser o segundo de Rallick.

Os Bridgeburners o reconhecem e Whiskeyjack ordena que os sapadores mantenham algo útil caso precisem de diversão. Crokus está procurando Challice e Kruppe entrega ao Circle Breaker uma mensagem da Enguia com notícias de aposentadoria e recompensa para o agente.

O duelo termina rapidamente, quando Rallick mata Orr com um impulso no coração. Rake é apresentado à bruxa Cabal Derudan e menciona uma ameaça por perto, mas não fornece detalhes. Rallick informa a Simtal que Orr está morto e que Coll será restabelecido. Murillio joga sua adaga na cama enquanto sai, sabendo que ele será o último a vê-la viva.

Crokus sequestra Challice.

Raest é arrastado para longe de sua batalha com Silannah no sonho de Kruppe, onde ele é atacado por Tool, que danifica seriamente o tirano. K’rul aparece, oferecendo a Raest a opção de ser morto por Tool ou acompanhar K’rul aos portões do Caos. Raest não escolhe nenhum dos dois, ao invés de escapar transferindo-se para outro corpo em outro lugar.

Paran e Kalam se deparam com Sorry, que está parado em frente a um bloco de madeira não natural em um vale no jardim de Simtal. Ela rejeita um ataque de Kalam, mas não o contesta. Seus comentários esquisitos fazem com que Paran consiga Mallet, que confirma que Sorry não está mais possuído, mas que ainda há uma presença nela que tem protegido a garota. Mallet decide ajudar essa entidade, confiando que não significa prejudicar Desculpe.

Vorcan pede que Rallick vá ao jardim com ela, enquanto Crokus descobre que Challice não o traiu, mas ama outra pessoa. Eles se separam acrimoniosamente. Crokus então observa de um esconderijo enquanto Vorcan e Rallick conversam com um espião de Malazan chamado Kalam. Os três se juntam a outros dois e a Apsalar. Ele ouve como Vorcan aceita um contrato dos Malazans para matar os membros da Cabala T’orrud e depois todos partem, exceto Rallick, que permanece enquanto sua presença amortece as atividades do bloco alienígena que, de outra forma, parece estar crescendo alarmante. Rallick pede a Crokus que avise Baruk sobre a ameaça que a Cabala enfrenta.

O tirano tomou posse de Mammot e está atacando os convidados no Fête. Ele se opõe a Quick Ben e à bruxa Derudan. Quando um dos raios de energia de Raest atinge a espada de Paran, o capitão se encontra em outro reino, onde Tool está lutando contra o melhor dos Jaghut. Uma vez que Tool está esgotada, Paran assume. Seus esforços dão à Casa Azath tempo para amadurecer o suficiente, para então poder receber os Finnest. Paran reaparece no Fête, onde Quick Ben revela sete Warrens para combater o Tirano. Assim como ele e Derudan esgotaram suas feitiçarias, Hedge aparece e lança uma munição Moranth que deixa uma cratera onde ficava o Jaghut. Enquanto eles observam horrorizados que Raest parece estar novamente parecendo, ele é capturado pelas raízes da Casa Azath.

Logo depois, os sapadores partem para explodir os cruzamentos. Momentos depois, Kalam percebe que isso acenderá o suprimento de gás da cidade, incinerando tudo e todos. Ele corre para parar Fiddler e Hedge.

Paran é brevemente puxado para o reino das Sombras, onde ele é atacado por um Cão de Caça, mas só é ferido antes que o Cão o solte. Ele fala com Cotillion e concorda em dar sua espada a The Rope, que rompe a conexão de Paran com Oponn. De volta à festa, Paran sai atrás de Lorn.

A caminho de Baruk, Crokus percebe que o Spa’s Moon agora paira sobre a cidade. Ele é observado por Lorn, que libera um Lorde Demônio de Galayn para ir atrás de Anomander Rake enquanto ela segue o portador de moedas. Baruk e Derudan sentem a libertação do Demônio e momentos depois, a morte de dois de seus colegas membros da Cabal. Confrontados com um Lorde Demônio, Hedge e Fiddler abandonaram seu plano e com Kalam voltando para Simtal.

O ataque de Lorn a Crokus é frustrado por membros da Guarda Carmesim. Um deles esclarece Crokus sobre seu papel como portador de moedas. Lorn escapa gravemente ferido, mas é morto por Meese e Irilta . Paran a encontra e se recusa a entregar a espada otataral a Oponn que aparece. Enquanto isso, Crokus testemunha a batalha entre Rake e os Galayn. Rake mata o Demônio e depois pede a Crokus que vá ajudar Baruk que está em perigo.

Baruk e Derudan são atacados por Vorcan, mas sobrevive devido à interferência de Serrat, que é morto por Vorcan, e Crokus, que derruba Vorcan jogando tijolos nela. Vorcan então desaparece.

Coll ouve o Bridgeburner conversando com Dujek, que lhes diz que o Anfitrião agora está oficialmente proibido. Ele se oferece para ajudá-los a sair da cidade.

Rallick salva o Vorcan ferido de perseguir Tiste Andii entrando na nova Casa Azath com ela. A lista decide não abandonar a missão.

Kruppe, Murillio e Crokus estão reunidos.

EPÍLOGO

Mallet está preocupado com a perna de Whiskeyjack e Quick Ben está pensando em um esquema que fará o sargento uivar quando ele finalmente souber disso. Os Bridgeburners estão partindo de Moranth para se juntar a Anfitrião de Dujek, além de Fiddler e Kalam que, com Crokus, estão levando o ex-Sorry, agora chamado Apsalar, de volta à sua terra natal, Itko Kan. Circle Breaker, um passageiro em seu barco a caminho até a aposentadoria, observa como Crokus joga a moeda de Oponn na água.

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