Star Wars REBELS, Filmes Doidimais, Como usar DE TRÁS e DETRÁS e outras NITRODICAS nessa Nitronewsletter 51!


Como usar DE TRÁS e DETRÁS? | NITRODICAS

De trás e detrás… estamos diante daqueles “famosos” pares de vocábulos que nos surpreendem ao apresentarem características semelhantes, sejam estas no tocante à grafia, seja no tocante ao som. Contudo, mesmo apresentando tais pormenores – fato que às vezes nos coloca em xeque –, divergem quanto ao significado, razão pela qual devemos ter pleno conhecimento da semântica das palavras, no sentido de sabermos utilizá-las corretamente.

Eis que o objetivo do artigo em questão se define por abordar as características desses vocábulos. Dessa forma, passemos a conhecê-los de uma forma mais aprofundada:

A expressão “de trás” representa uma locução adverbial designativa de lugar e/ou espaço, a qual faz referência à “de onde”, com verbos expressando sempre movimento. Perceba os exemplos:

O objeto foi retirado de trás do armário. (de onde o objeto foi retirado?

Ela saiu de trás da porta. (de onde ela saiu?)

As crianças surgiram de trás dos brinquedos antigos. (de onde as crianças surgiram?)

Já o vocábulo “detrás” se classifica como um advérbio, fazendo referência a “lugar onde”, representando o sinônimo de “atrás”. Constatemos, pois, alguns exemplos:

O garoto se escondeu detrás da porta. (onde o garoto se escondeu?)

As crianças devem viajar no banco detrás. (onde as crianças devem viajar?)

O motociclista bateu na parte detrás do carro. (onde o motociclista bateu?)

Eis a diferença que demarca ambas as expressões, das quais fazemos recorrente uso!!!

Quando usar HÁ ou A? | NITRODICAS

Muitas vezes, ao escrever um texto, surge uma dúvida crucial: Quando usar há ou a? Por exemplo: “Estamos (há ou a?) poucos meses das próximas eleições”, você saberia?

Pois bem. Tal dúvida é bastante comum, gera uma certa confusão e leva muitas pessoas a cometerem erros. Mas qual é o raciocínio necessário para dar fim a essa indecisão e não fazer feio na hora da escrita?

O uso da preposição “a”

O “a” é uma preposição que indica um intervalo no tempo (sempre no futuro e nunca no passado) ou no espaço.

Exemplos:

  • Espaço: “A minha casa é a uma quadra de distância.” “A uma quadra de distância localiza-se a minha casa”.
  • Intervalo no tempo: “Meu aniversário é daqui a uma semana”; “Estamos a uma semana do meu aniversário”.

Note que a preposição “a”, nas duas frases que indicam intervalo no tempo, trata-se de algo que ainda vai acontecer, ou seja, um intervalo que indica um ponto de partida e um ponto de chegada.

O uso da forma do verbo haver “há”

Quando nos deparamos com “há” no meio de uma frase isso indica apenas uma coisa: uma forma verbal (verbo haver), que indica tempo decorrido.

Quando ocorre a dúvida com relação a usar a preposição “a” ou a forma verbal “há” (há ou a?), é muito simples tirar a dúvida: basta saber se o “há ou a” pode ser substituída por “faz”.

Se essa substituição acontecer sem comprometer o sentido da frase, o correto é escrever “há”.

Exemplos:

  • “Ele mora na minha rua 10 anos.” = “Ele mora na minha rua faz 10 anos.”
  • tempos que eu não o vejo.” = “Faz tempos que eu não o vejo.”

Quando usar Há ou a?

Observe a frase e escolha qual a forma você considera correta:

Exemplos:

  • Por conta de um acidente ocorrido a poucos metros de distância da avenida principal, o trânsito inteiro parou.
  • Por conta de um acidente ocorrido poucos metros de distância da avenida principal, o trânsito inteiro parou.

A forma correta é a 1, ou seja, o uso da preposição “a”. Mas, por quê? Trata-se de uma questão de espaço. O acidente ocorreu a uma distância de “poucos metros”.

O uso da forma verbal “há” seria correto apenas se a frase denotasse tempo passado. Algo do tipo:

Exemplos:

  • “Por conta de um acidente ocorrido há poucos minutos, o trânsito parou” Nesse caso, “minutos” refere-se a tempo, o que torna possível o emprego do verbo haver.

Portanto, toda vez que ocorrer a dúvida em questão (há ou a?), pergunte-se: estou lidando com uma preposição ou com um verbo? Na dúvida, tente substituir pelo verbo “faz”.


“Acerca de”, “A cerca de” ou “Há cerca de”? | NITRODICAS

“Acerca de” é uma locução prepositiva e equivale a “sobre”, “a respeito de”. Por exemplo:
Estávamos conversando acerca de educação.
Eles falavam acerca de política.

“A cerca de” indica aproximação. Por exemplo:
Minha família mora a cerca de 2 Km daqui.

“Há cerca de” indica tempo decorrido. Por exemplo:
Compraram aquela casa há cerca de três anos.
Não nos falamos há cerca de dois meses.


A Man Escaped (1956) – Robert Bresson | França | NITROFILMES | Nota 5 em 5 | #drama #guerra #suspense

Uma obra prima do grande diretor Robert Bresson, que, como todos os seus filmes, gira em torno de pessoas confrontando com algum tipo de desespero.

O filme é um exemplo de cinematografia essencialista. Bresson economiza tudo em função de contar a história real de uma fuga de um soldado francês durante a ocupação nazista. A narrativa centra completamente no protagonista, em sua experiência e em seu plano de fuga. Como todos os filmes do Bresson, A Man Escaped não é uma simples diversão para os olhos, é profundo em seu minimalismo.

O segredo de Bresson está na observação cuidadosa dos detalhes da experiência do protagonista. Não se vê muita coisa de seu contexto, não se mostram os nazistas por exemplo, tudo é focado no plano de fuga e na perseverança do protagonista em realizá-lo.

Um filme fantástico, recomendadíssimo para quem curte filmes de arte.


Departures (2008) | Japão, Dir. Yojiro Takita | Nota 5 em 5 #comédia #drama

SINOPSE
Daigo Kobayashi (Masahiro Motoki) tem o sonho de tocar violoncelo profissionalmente. Para tanto se endivida e compra um instrumento, conseguindo emprego em uma orquestra.

O pequeno público que comparece às apresentações faz com que a orquestra seja dissolvida. Sem ter como pagar, ele devolve o instrumento e decide morar, com sua esposa Mika (Ryoko Yoshiyuki), em sua cidade natal.

Em busca de emprego, ele se candidata a uma vaga bem remunerada sem saber qual será sua função. Após ser contratado, descobre que será assistente de um agente funerário, o que significa que terá que manipular pessoas mortas. De início Daigo tem nojo da situação, mas a aceita devido ao dinheiro. Apesar disto, esconde o novo trabalho da esposa. Aos poucos ele passa a compreender melhor a tarefa de preparar o corpo de uma pessoa morta para que tenha uma despedida digna.

RESENHA
Um filme belíssimo, mais um da lista do lendário Roger Ebert, daqueles de “chorar horrores” no final, pelo menos eu chorei pacas. Muito tocante e singelo, talvez um dos filmes mais belos sobre a morte, ou melhor, sobre o processo de se despedir de quem se ama que já vi. Ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro de 2009, bem merecido ao meu ver. Recomendadíssimo!

 


The German Years 1977 – 1999 – Moondog | #experimental #jazz #avantgarde #fusion #moondog | NITROMUSIC

Raríssimo álbum com uma copilação do tempo que o mestre Moongod, um gênio da música cego, que se vestia de viking e tocava instrumentos inventados por ele mesmo pelas ruas de Nova York. Criatividade pura, fantástico. Uma das influências do nosso Uakti. :)


Symphonic Fantasies – Music from Square Enix | #gamesoundtrack #soundtrack #japaneseneoclassical | NITROMUSIC

Arranjos para orquestra de clássicos das trilhas de jogos japoneses! Só mestres!


Star Wars Rebels – 1ª e 2ª Temporada | Nota 5 em 5 | NITROSÉRIES #ficçãocientífica #desenho #animaçãodecomputador #starwars

SINOPSE

An animated TV series set between the events of Episode III and IV, Star Wars Rebels takes place in a time where the Empire is securing its grip on the galaxy and hunting down the last of the Jedi Knights as a fledgling rebellion against the Empire is taking shape.

Uma série de TV situada entre os eventos do Episódio III e IV da saga Star Wars. Star Wars: Rebels acontece durante o período de ascensão do Império Galático, e quando os últimos cavaleiros Jedi estavam sendo caçados, ao mesmo tempo que uma rebelião contra o Império estava começando a tomar forma.

RESENHA

Fenomenal, sensacional essa série! Estou gostando tanto que, agora que terminei a segunda temporada de SW:Rebels, resolvi assistir TUDO do clone wars, assistir e reassistir, porque nunca terminei a série anterior ao Rebels.

Roteiros amarrados, a tripulação é sensacional, o Chopper, o robozinho doidimais e mal humorado, rouba todas as cenas! Curtindo muito, principalmente os arcos de personagens. Recomendadíssimo principalmente para quem curte escrever. Cada episódio é uma aula de como criar histórias interessantes, cheias de ação, e em tão pouco tempo.

A série melhora a cada episódio, e PELAMORDAFORÇA, que final SENSACIONAL o da segunda temporada, ultra épico!

Obrigatório para fãs de Star Wars!


Body Heat – Corpos Ardentes (1981) | USA, Dir. Lawrence Kasdan | Nota 4.5 em 5 | #noir #crime #drama #mistério

SINOPSE
Em uma pequena cidade da Flórida, durante um tórrido verão, Ned Racine (William Hurt), um advogado sem talento, se envolve com Matty Walker (Kathleen Turner), uma bela e sensual socialite casada, que é dotada de vários atributos físicos mas desprovida de qualquer escrúpulo. Ned é tomado por uma paixão avassaladora e Matty o convence a assassinar Edmund (Richard Crenna), seu marido. Assim Ned se vê dentro de uma intrincada trama recheada de ameaças e incertezas, onde os dois planejam matar o marido dela para ficar com sua fortuna.

RESENHA
Mais um filme da lista dos Great Movies do lendário crítico de cinema Roger Ebert (http://www.rogerebert.com/great-movies).

Um neo-noir oitentista com um roteiro perfeito, diálogos afiados e reviravoltas bem montadas. A atenção aos detalhes, a incorporação do tema do “calor” na história, e o modo como a narrativa pode ser percebida de duas formas, pelo ponto de vista do Ned Racine e pelo ponto de vista de Matty Walker, torna esse filme um clássico de mistério pós-Hitchcokiano.

Vi o filme também como uma metáfora da ascensão das mulheres no começo dos anos 80, com a reação atônita dos homens. Essa tensão entre os sexos é muito comum nos filmes do início dos anos 80, como em Blade Runner por exemplo, mas em Body Heat, o conflito é bem explícito.

Recomendadíssimo, assim como a análise maravilhosa do Roger Ebert

http://www.rogerebert.com/reviews/great-movie-body-heat-1981


ASDASDAS


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