Representando as Classes Básicas do D&D (3) – O LADRÃO – (Artigos de RPG do Baú do Tio Nitro)

Depois de abordar o Guerreiro e o Mago nos artigos anteriores, vou dar algumas sugestões para os jogadores iniciantes que forem escolher a classe do ladino para os seus personagens. Em primeiro lugar eu gostaria de dar o parabéns pela corajosa escolha. O ladrão é uma das minhas classes favoritas, pois permite muitas oportunidades de representação. Nesse artigo usarei tanto a palavra “ladrão” (que era usado na primeira e segunda edição do Dungeons and Dragons) quanto a palavra “ladino” (da Terceira Edição).

Bobeou é lâmina na testa!
Bobeou é lâmina na testa!

Mas uma vez quero lembrar que neste artigo estão somente sugestões para a representação dos personagens ladinos, que servirão para direcionar os jogadores mais inexperientes e quem sabe, inspirar os “velhos-de-guerra”. Ressalto que o grande apelo do RPG de mesa é a liberdade de interpretação que ele oferece para Mestres e Jogadores. As dicas desse artigo são baseadas na versão mais genérica do ladrão, e os Jogadores e Mestres podem e devem criar variações criativas e diferentes do arquétipo do ladino. A Regra de Ouro do RPG continua a mesma: “Mude tudo que quiser e lembre-se que RPG é diversão!”. Dito isso vamos dar uma olhada na classe mais encrenqueira dos RPG de Fantasia Medieval!

O Ladrão do Dungeons and Dragons foi inspirado principalmente pela abundância e variedade de ladinos existente nos romances e filmes de fantasia. Um “ladino” é um personagem que vive à margem da sociedade, motivado à praticar crimes seja por ganância, sobrevivência ou pela “fome de aventuras e emoção”. “Ladino” é sinônimo de espertalhão, astuto, e estas palavras que devem direcionar a representação do ladrão (é claro, se o jogador optar pelo arquétipo mais convencional da classe do personagem, nada impede de se criar um ladrão bobo e estúpido, que serviria mais para a gozação do restante do grupo). Mas antes das dicas de como melhorar o seu “ladrão” vamos dar uma olhada nas inspirações que existem no cinema e na literatura. Buscar inspirações para os personagens ajuda muito na construção dos mesmos, principalmente para jogadores iniciantes.

A primeira coisa que se deve pensar sobre os ladinos, é que freqüentemente eles não se assumem como tal. Em sua grande maioria, eles se consideram profissionais especializados em adquirir aquilo que pertence aos outros, e não usam o termo ladrão para se autodenominar. Han Solo, por exemplo, é um grande personagem ladino. Apesar de não ser o ladrão convencional do D&D, ele possui toda a personalidade carismática e espertalhona de um ladino. O modo como ele “enrola” todo mundo, a confusão que apronta para realizar as missões, os segredos do submundo que ele possui, os contatos, etc. são elementos importantes para um grande personagem ladino. Harisson Ford, o ator do personagen “Han Solo”, parece ser um especialista em personagens com características de ladinos. Indiana Jones, o seu outro famoso personagem, tem a personalidade e vive as aventuras que os ladinos vivem nos mundos de fantasia. Na série “Caçadores da Arca Perdida”, Indiana está sempre tentando roubar relíquias, se deparando com armadilhas, enrolando todo mundo e seduzindo as mulheres que aparecem. Outra característica é o modo como ele sempre usa de “manha” em suas lutas, como na famosa cena do árabe com as facas!

Um outro excelente exemplo é o fantástico Capitão Jack Sparrow, o personagem de Johnny Depp no filme “Piratas do Caribe”. Para aqueles que nunca pensaram em fazer um ladino, assistam o filme! O “Jack Sparrow” é fantástico, rouba todas as cenas. Ele tem todas as características que fariam um ladrão brilhar na mesa de jogo: ele é carismático, tem muita lábia, dá em cima da “mulherada”, adora uma bebedeira e sempre dá um jeito de sair vivo das situações mais enrascadas. E além disso, ele tem uma das qualidades mais importantes de um ladrão : saber a hora de dar no pé! Apesar de ser um pirata, Jack Sparrow pode ser facilmente adaptado para um ladrão de D&D.

Adaptar é a palavra chave para se criar personagens ladinos diferentes. Filmes como “O Poderoso Chefão”, podem servir de base de uma história de uma Guilda Medieval feita bem no estilo da Máfia, com o personagem sendo um ladino que poderá herdar um lugar de destaque dentro de uma organização criminosa poderosa. Personagens como os de Cidade de Deus, podem dar um toque mais realista aos ladinos de uma campanha de fantasia, mostrando que o mundo do crime tem também um lado violento e que a honra entre os ladrões é algo muito frágil. E para quem acha que um ladino de um mundo de fantasia não pode meter medo, imagine um personagem feito aos moldes de Zé Pequeno de Cidade de Deus. Tenho certeza que os guerreiros “armários-humanos” do grupo vão pensar duas vezes antes de “darem uma de valentões”!

Eu recomendaria aos futuros “ladrões de fantasia” que assistissem ou se recordassem do famoso gênero dos filmes de roubo como “Golpe de Mestre (com Robert Redford e Paul Newman, velho mas muito bom!), “Onze Homens e um Segredo”, “A Senha: Swordfish”, “A Cartada Final”, entre outros. Esses filmes mostram diversos tipos de ladinos, o estilo de vida dos ladrões e suas motivações, e podem servir de inspiração para Jogadores e Mestres (imagine uma aventura onde o objetivo é aplicar “golpe” em um poderoso comerciante maligno da região, como em “O Golpe de Mestre”!).

Na literatura, destaco o personagem Taz, da saga de Dragonlance (que está sendo traduzida pela Devir). Ele é um ladrão-modelo para D&D, e pode ajudar os jogadores iniciantes à visualizarem o que é um ladrão em um mundo de fantasia medieval (apesar do Taz ser muito bonzinho!). Mas em termos de ladrões, o “top de linha” na literatura, é a série Lankhmar de Fritz Leiber (que inexplicavelmente nunca foi traduzida para o português; como os editores de livros brasileiros dormem no ponto!). A saga de Lankhmar é fantástica (e teve uma resenha na Dragão Brasil 103) e os dois personagens principais, Fafhrd e Gray Mouser, são os arquétipos das famosas duplas de guerreiros e ladrões, que dão tão certo nos mundos de fantasia medieval. Grey Mouser é um espetáculo à parte, tudo que um jogador queira saber de um ladrão em um cenário medieval está resumido nele. Ele é matreiro, gozador, sabe muito bem usar das sombras e da noite para suas “atividades”, sabe fugir sempre que preciso. E nas vezes que teve que lutar, ele fica flanqueando o tempo todo o adversário, usando de todas as técnicas mais “rasteiras” para ganhar o combate.

Para terminar essa parte de inspirações, eu colocaria aqui o excelente jogo “Thief” (publicado no Brasil pela Greenleaf) e que coloca o jogador na pele de um ladrão medieval. Esse jogo dá muitas idéias de técnicas, equipamentos, e mostra como um ladrão medieval age.

Um ladrão é uma das classes que mais oferece possibilidades de representação. Personagens ladrões bem construídos literalmente “roubam” a cena com suas personalidades complexas e fascinantes. Um Personagem Ladrão bem feito será imprevisível, e os seus companheiros nunca saberão direito quais são suas reais intenções. As motivações que levaram o personagem a seguir a vida de ladino são muito importantes para a representação. E as motivações são criadas primeiramente na biografia do personagem. Aqui estão algumas sugestões para criar ou melhorar o seu ladino:

A BIOGRAFIA DO LADRÃO:
Um personagem se torna um ladino por vários fatores que influenciaram em sua formação. O estilo de vida do submundo é cruel, e muitas vezes (como em Cidade de Deus) o personagem não teve muita escolha e adotou o caminho do crime para sobreviver. Porém, o personagem pode ter escolhido adotar a vida do crime por outros motivos, como a busca de emoção, a ganância, por vingança de um mal cometido, etc. Aqui estão algumas idéias da biografia de ladinos. São apenas algumas sugestões. Os Mestres e os Jogadores devem criar outras biografias, as mais criativas e variadas possíveis, e assim criar novos e diferentes personagens. Lembrem-se sempre que não existe um número finito de biografias para personagens, só no planeta Terra temos 5 bilhões de biografias diferentes!

ALGUMAS IDÉIAS PARA LADINOS:
1) O personagem cresceu em um gueto/bairro/cidade/nação miserável e não teve outra forma de sobrevivência do que roubar. Órfão desde cedo, ele aprendeu a cuidar de sua sobrevivência através do crime. Por causa do alto grau de violência do lugar onde cresceu, ele aprendeu a ser discreto e a forjar alianças com outras pessoas para se proteger.

À medida que foi crescendo, seus contatos com pessoas de outro tipo de formação lhe deram a motivação de sair do lugar miserável onde cresceu e partir para outros lugares melhores. O personagem rapidamente aprendeu que as habilidades que serviram para a sua sobrevivência podem ser úteis para adquirir riquezas e poder. Esse personagem pode seu unir a um grupo de aventureiros para adquirir experiência e riqueza. Por causa de sua formação, ele irá procurar forjar alianças dentro do grupo e usará de sua lábia e persuasão para cobrir sua própria retaguarda.

Por causa de sua formação rude, mesmo se ele poliu suas maneiras mais tarde, o personagem terá alguns recalques de sua infância miserável (um desprezo pelos nobres e ricos, uma certa amoralidade, cinismo, ceticismo, etc;).

2) Para a família desse personagem, o roubo é considerado uma arte. O personagem veio de uma longa tradição de ladrões especializados em alguma área (armadilhas, cofres, assassinato, etc.) e foi educado por seu pai (verdadeiro ou adotivo) ou familiares na arte do crime. Começou a participar dos roubos (sempre feitos com muita preparação) junto com o pai (parente) e o status da dupla começou a crescer dentro do submundo.
Depois de um roubo em conjunto, ele e seu pai foram traídos pelo resto do grupo. Seu pai morreu pelos ferimentos da emboscada, mas o personagem conseguiu sobreviver. Ele agora busca vingar-se dos antigos aliados pela morte do seu pai.

3) O personagem é um sedutor (a) que usa de sua beleza física e de sua esperteza para aplicar os mais diversos golpes, principalmente na nobreza e na rica burguesia. È também um especialista em entrar e sair desapercebido dos locais. Gosta de vestir belas roupas e de manipular as pessoas em sua volta com sua beleza e charme. Ele(a) colecionou muitos inimigos (e ex-namorados(as) ciumentos) em seus “golpes”.

REPRESENTANDO O LADINO
O Jogador que faz o ladino tem sempre que lembrar do que motiva o seu personagem. O ladino tem sempre um plano para seu próprio benefício, e sempre está buscando novas oportunidades para atingir seu objetivo. Ele sabe cuidar de suas amizades, pois entende o valor das alianças na sua profissão. Um ladrão que crie inimizades em seu grupo de aventureiros está fadado à ser deixado para trás. O segredo está em combinar o caráter mais egocêntrico do ladrão com a importância de manter as amizades e colocar o seu carisma para influenciar os seus parceiros. Lembre-se do personagem “Jack Sparrow” do filme Piratas do Caribe; apesar de ser um egocêntrico com um objetivo muito claro “ele quer seu navio de volta”, ele esbanja charme e “enrolações” com seus companheiros para atingir o seu objetivo.

Ladrões são normalmente mais “flexíveis” que as outras classes de personagem. Por viverem no submundo, eles sabem se relacionar com os mais variados tipos de pessoas. A “politicagem” no mundo do crime é necessária para a sobrevivência, assim, o ladrão irá sempre procurar se adaptar ao ambiente onde ele está. Ele irá mentir, deturpar falas, alterar o que disse, a fim de agradar os demais membros do grupo; mesmo que discorde das tolices sobre a honra do Paladino ou as crendices do Clérigo. O objetivo do ladino é “se dar bem”!
Clérigos Leais e bons e Paladinos são as classes que mais encrencam com os ladrões, assim o Jogador tem que prestar atenção em como lidar com eles no grupo. Um ladrão que entre em uma discussão com um Paladino, por exemplo, irá acabar tendo a garganta cortada. O Jogador deverá usar de toda a sua astúcia e “enrolação” ao lidar com o Paladino (ou outros jogadores de tendência Leal e Boa) que começarem a encrencar com sua “profissão”.

Os Magos e Feiticeiros toleram bem os ladrões, pois muitas vezes usam seus serviços para “adquirir” livros de magias raros ou componentes difíceis de serem obtidos por meios normais. Os Bardos são praticamente “irmãos” dos ladrões, os Bárbaros, apesar de desconfiados, lidam bem com os Ladrões (e muitos deles, como o Conan, são ladrões também).

Ladinos tem uma personalidade bem marcante. È interessante para o Jogador criar trejeitos, modos de falar, gírias e características peculiares sobre o seu criminoso. O submundo do crime possui seu código e gírias, e a grande maioria dos Ladrões é conhecida por uma alcunha ou apelido.

O LADRÃO NO COMBATE:
Assim como o Mago e o Feitceiro, o Ladrão deverá deixar o combate-corpo-a-corpo para as montanhas de músculos do grupo. O Ladrão é o mestre dos golpes-baixos e dos ataques furtivos. O Jogador tem sempre que pensar em maneiras de realizar seus ataques furtivos. Uma dica é sempre procurar flanquear o adversário, e combinar estratégias com os demais guerreiros do grupo com esse objetivo. Uma outra habilidade do Ladino é a de se esquivar e esconder. Assim que o combate começa, um ladrão deverá buscar um lugar especial para realizar seus ataques furtivos.

Uma outra dica, que serve tanto para Mestres quanto Jogadores é o uso de armadilhas no combate. Um ladrão especializado em armadilhas, poderá colocar armadilhas no terreno do combate, enquanto os inimigos estão com a atenção voltada para os outros membros do grupo. O uso de cordas, redes, buracos cobertos, etc. são grandes contribuições para o sucesso do grupo. Em uma dungeon, por exemplo, o ladrão poderá colocar armadilhas nos locais e corredores que passaram, para atingir algum ser que os esteja seguindo.

EQUIPAMENTO DO LADRÃO

O equipamento que o ladrão usa em sua “profissão” é muito importante. Um ladrão poderá ter uma corda com gancho para escalar, ganchos de metal para as mãos e para as pernas também usados para subir nas paredes, roupas de disfarce e roupas negras para ações furtivas, adagas, facas de arremesso e discos de metal dentados em todas as partes do corpo, para serem usados em emergências, etc. Aqui vai algumas sugestões de instrumentos para o ladrão. Mas não basta o Jogador ter tudo isso listado, é importante usar nas sessões de jogo (um erro muito comum com Jogadores Iniciantes)!

LISTA DE EQUIPAMENTOS PARA UM LADRÃO:
Os equipamentos que um ladrão usa, ajudam em determinar que tipo de ladrão o Jogador está querendo fazer. Cada equipamento serve para um determinado tipo de ação, e podem inspirar o jogador iniciante em suas primeiras aventuras como um ladrão. Aqui vai uma pequena lista de alguns equipamentos para ladrões, alguns mais usados e genéricos e outros mais específicos:

1) Alicate – Necessário para cortar cercas e armadilhas que usam fios de cobre ou outro tipo de metal.

2) Brinquedo Assassino – Um pequeno boneco à corda que serve para distrair os guardas. Esse boneco (que pode ser um item semi-mágico) pode disparar dardos, explodir, etc.

3) Armas Silenciosas como o Garrote (de cordão, pano, arame,etc.), Adagas, Punhais, Cacetetes e Pequenos Porretes, Bestas (das mais variadas e discretas), Besta-de-Mão, Shurikens, Zarabatanas envenenadas, Bumeranges de aço afiado, Boleaderas com Esporas (para derrubar os que o perseguem), Estrepes (pequenas estrelas de metal que servem para perfurar os pés dos perseguidores.

4) Vestimenta para disfarce e para ações noturnas e sorrateiras

5) Armadilhas – O ladrão pode criar suas próprias armadilhas e deve sempre ter em mãos os equipamentos necessários.

6) Armas Ocultas – Essa é uma característica muito comum nos ladrões. Como eles tem que basear seus ataques na esperteza e na astúcia, uma boa idéia é a de colocar armas escondidas em suas roupas, botas, chapéus, etc. Mas antes de esconder converse com o Mestre, pois ele tem que saber todas as armas que os jogadores tem.

7) Mapas – Um bom ladrão, antes de um “trabalho”, estuda muito bem o local onde irá assaltar. Faça mapas, estude bem o local, faça missões de reconhecimento, antes de atacar.

8) Equipamentos para abrir Fechaduras – Um ladrão tem que ter sempre o seu equipamento para abrir fechaduras. Se o Mestre quiser, ele poderá criar vários tipos de equipamentos e estabelecer uma regrinha para que o Jogador tenha que fazer manutenção ou tenha que comprar alguns componentes, que se gastam depois de muitas dungeons.

9) Equipamento para Escalar – Ganchos, luvas especiais, cordas, etc. são necessários para o Ladrão.

10) Equipamento de fuga – Bolinhas de fumaça no melhor estilo Ninja, Estrepes para espetar os pés dos perseguidores, itens mágicos (como uma varinha com Raio de Gelo, para congelar o chão e deixar mais escorregadio), bolinhas de metal para jogar no chão e fazer com que os perseguidores caiam.

O LADINO E AS GUILDAS
Um Ladino é independente por natureza, mas a sua história e representação poderão ficar muito interessantes se ele pertencer à uma organização (guildas) de ladrões . Han Solo, por exemplo, pertencia a Guilda do Jabba The Hutt, antes de ser expulso. Esse fato criou várias situações dramáticas para a história de Guerra nas Estrelas, e fizeram com que Han Solo se transformasse em um dos personagens mais carismáticos da Sagrada Trilogia.

Os Jogadores devem perguntar para os Mestres sobre as Guildas de Ladrões do cenário. Uma boa sugestão seria do Jogador, em conjunto com o Mestre, criar a Guilda que faz parte da história do seu personagem.
Guildas de ladrões podem ser desde organizações mafiosas nos moldes da Yakuza ou da Máfia, uma coisa mais desorganizada e caótica como os Comandos cariocas. Pode também ser pequena e mais voltada para crimes menores (com a sede nos esgotos da cidade) , ou ser completamente especializada em um tipo de crime. Podem haver guildas de assassinos, mais voltada pra trabalhos de assassinato e espionagem, além de poderem trabalhar diretamente com a elite rica do local.

Espero que este pequeno artigo tenha despertado a inspiração de vocês! Os Ladinos são uma das classes mais interessantes de se representar em um jogo de RPG. Crie o seu ladrão com orgulho, lembrando do que disse o ladino carioca Dadinho de Cidade de Deus; “O meu nome é Zé Pequeno!”.

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8 comentários

  1. Velho vc é o cara

    Nunca encarei rogue com essa pespectiva, é simplesmente perfeito sou seu fã velho.
    Todas as materias daqui são muuuto boas.
    Jogo D&D que na minha opinião é o sistema mais completo pela diversidade de adaptação e liberdade de interpretação, vou começar a mestrar uma aventura (apesar de jogar sempre só mestrei no começo da carreira DTarcaico), vc realmente me inspirou.
    Valeu mesmo.

  2. Simplesmente magnífico…
    com estas dicas meu ladino tornou-se a atração do grupo…até mesmo o paladino me acompanha até a taverna para rir com minhas peripécias e ”puxar minha orelha” quando passo dos limites.
    -muito obrigado

  3. Opa, ainda não li tudo, mas já deu pra ver que vc mantém o seu padrão de qualidade! Leitura obrigatória, mesmo não sendo um novato. Já repassei pro meu jogador novato que quer fazer um ladrão!

    p.s.: na minha mesa de jogo não colou essa de “ladino” não! É ladrão e ponto. Agora, quando perguntam pro personagem o que ele faz da vida… bem, ele diz qq coisa, menos ladrão, né?!

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